Nunca tinha ouvido nada de Avantasia na vida, embora já tivesse ouvido falar. Recentemente, a música Mystery Of A Blood Red Rosecomeçou a aparecer na página inicial do YouTube como sugestão, e esta mesma - ou simples referências à mesma - já tinha surgido algumas vezes no Facebook, partilhada não só por alguns dos meus contactos, como também por bandas que sigo. A coisa estava a deixar-me mesmo curiosa. Ouvi-a. Gostei. Ouvi outras que estavam na barra lateral. Também gostei. Mas sem dúvida de que a que mais gostei até agora foi a que publico aqui.
E logo me apercebi que esta é mais uma banda a seguir. Gostei tanto do que ouvi, que quero mesmo ouvir mais deles. Agora pergunto-me o que foi que andei a perder durante estes últimos anos...
Há fãs por aqui? Aceitam-se recomendações de álbuns, já que vou ter que começar por algum lado, eheh.
Há umas semanas atrás, lembrei-me de ouvir HIM enquanto desenhava - quis desenhar uma boneca com uma t-shirt com oheartagram, é claro que tive que ouvir HIM. Era uma banda que já não ouvia há bastante tempo. Escolhi uma das suas compilações, a XX – Two Decades of Love Metal. Foi a banda sonora perfeita. Ouvir aquilo fez-me regressar à adolescência, mas, mais do que isso, soube-me tão bem e pôs-me o ânimo bem lá para cima. Havia duas músicas no álbum que não conhecia: Heartkiller e Scared To Death. No outro dia, especialmente devido ao post da White Raven, lembrei-me de ir ao YouTube para voltar a ouvir a Heartkiller. Nas sugestões, apareceu a outra, Scared To Death, que agora partilho por não sair da minha cabeça. Tenho-a ouvido não sei quantas vezes nestes últimos dias. Pode não ter nada a ver com o restante repertório da banda, mas eu adoro-a; anima-me tanto. Retomei o gosto por esta banda, e estou agora a sacar o álbum onde estas duas músicas estão incluídas. Algo me diz que vou adorar ouvi-lo.
Regra geral, depois de sair de um concerto, para além de passar a gostar ainda mais e de ganhar uma maior admiração pelos artistas em questão, passo os dias seguintes a ouvir as músicas que lá tocaram. É o que chamo de "depressão pós-concerto".
O último concerto a que fui, o do (grande!) Steven Wilson, foi há praticamente um mês atrás. E, até agora, tornou-se na "depressão" mais difícil de curar.
Primeiro, porque tive uma enorme vontade de explorar a sua discografia, não só do seu projecto a solo, mas, também, dos Porcupine Tree, banda que fundou e da qual faz parte, e que já conheço há anos - e há tanto por explorar... Depois, porque, volta e meia, dou por mim com músicas dele na cabeça, e lá tenho que as ouvir. E, aí, fico com uma nostalgia tão, tão grande... Tive, inclusive, uns dias em que só me apetecia ouvir Steven Wilson e/ou Porcupine Tree. Mais nada, mesmo.
E, agora, parece que ando nisto outra vez. É que as músicas são tão, mas tão boas, que, enfim. Não dá para parar de ouvir, simplesmente não dá.
Se, antes do concerto, estava completamente rendida ao seu novo álbum, Hand. Cannot. Erase - que foi o que me convenceu a comprar o bilhete, porque, se nunca o tivesse ouvido, nunca teria ido ao concerto (e não estaria com esta "depressão" agora!) -, agora estou apaixonada pelo seu antecessor, The Raven That Refused To Sing (And Other Stories), do qual faz parte a música que aqui deixo. Podia ter colocado outra, como a fantástica The Watchmaker - a única da setlist do concerto que eu não conhecia, mas que adorei logo no início - ou a lindíssima Drive Home, que tem um dos melhores solos que já ouvi. Mas deixo a que dá o título ao álbum, por se ter tornado especial.
De todas as vezes que a ouvi, não gostei dela. Achei-a chata, sem graça. Meia deprimente, até. Mas, de facto, acho que as músicas dele, não só as do projecto a solo como as dos Porcupine Tree, não agradam a qualquer pessoa e não são "fáceis" de gostar.
Ouvi-la ao vivo foi completamente diferente. Penso que devido ao ambiente. Estava um silêncio na sala, como se toda a gente estivesse hipnotizada pela música. O videoclip passou atrás. E eu estava tão feliz...
Depois disso, passei a adorar esta música. Tanto! Há algo de bonito na poesia triste e melancólica. Steven disse precisamente isto no concerto, e eu não hesitei em concordar. Foi o final perfeito para uma noite perfeita.
Fiquei completamente rendida ao mais recente álbum do Steven Wilson. Conheço esta personagem por ser vocalista de uma banda de que gosto, os Porcupine Tree, mas ele tem outros projectos para além deste, entre os quais os Blackfield, que é outra banda de que gosto. Nunca tinha ouvido nada dele enquanto artista a solo, mas apaixonei-me por este álbum. Em especial, pela música que aqui publico. É caso para perguntar a mim própria por que raio nunca tinha ouvido isto antes. E tem graça que decidi ouvir este álbum por saber que ele vai actuar em Portugal poucos dias depois da defesa da minha tese. Resultado: ouvi-o, gostei tanto e comecei a ponderar ir ao concerto. Mas só aí constatei que o dito cujo é em Lisboa. Apenas. Mas, quem sabe... É que não me importava mesmo nada.
Este vídeo saiu ontem e tive conhecimento dele ontem através da página de Facebook dos Paramore, pelo que só conheci esta música ontem. No entanto, não me fiquei por ouvi-la apenas uma vez. Ficou logo no ouvido, e tive que a ouvir mais não sei quantas vezes, tanto ontem, como hoje. Para mim, sabe mesmo a Verão, a boa disposição, a dias felizes e descontraídos, a longas viagens de carro debaixo do sol e do céu azul. Gostei tanto. E a Hayley Williams está com um visual tão, tão fofinho neste vídeo...
Os Bullet vão lançar um novo álbum este ano, o que me deixou de pé atrás e sem grande vontade de ouvir os novos singles, dada a desilusão que foi o trabalho anterior. Mas lá os ouvi, gostei, e, agora, aguardo este novo álbum com alguma expectativa. E ouvi-los fez-me retomar o gosto por esta banda, tanto que me deu vontade de voltar a ouvir álbuns antigos. Acabei por "tropeçar" nesta música no YouTube, que já não ouvia há anos e que, agora, não me sai da cabeça. Apesar de ter uma letra triste, e embora a Hearts Burst Into Fire vá ser sempre a minha favorita, esta é mesmo qualquer coisa.
Acho que encontrei a minha música preferida de uma das minhas bandas preferidas. Já a conheço há alguns anos, como não podia deixar de ser, e ela própria já tem mais de dez anos, mas lembrei-me dela, não sei bem porquê, há uns dias atrás. Nunca a tinha ouvido com tanta atenção nem nunca lhe tinha dado grande importância até há bem pouco tempo. Agora, ando viciada nela. A-D-O-R-O.
Já nem me lembro como é que "tropecei" nesta música, e nem sei bem por que gostei dela, uma vez que já há muito tempo que não ouço nada assim deste género...mas adorei. Não conheço mais nada da banda, mas irei tratar disso.
Primeira descoberta musical do ano - obrigada, Facebook, às vezes até serves para algumas coisas...
Escolhi esta música, como também podia ter escolhido esta ou esta ou esta...já que aquilo que ainda não parei de ouvir foi o álbum em que estas músicas se encontram, que está mesmo bom.
Esta é uma das boas surpresas que referi no post anterior. Fico sempre triste quando uma banda perde o/a seu/sua vocalista, seja porque motivo for, porque, apesar de não ser só um vocalista que faz uma banda, é a determinada voz que associamos determinada banda e determinadas canções. E mudar uma voz é como mudar toda a banda, digam o que disserem. É como passar a ouvir uma nova banda, e não aquela a que estávamos habituados.
Porém, às vezes, um novo vocalista é capaz de nos surpreender. É o que acontece neste caso. Acho que os Flyleaf apostaram em grande.
Nunca na vida tinha ouvido uma música desta banda, nem sei bem como é que a encontrei e só a ouvi por causa da participação do vocalista de Pierce The Veil, cuja voz eu adoro por fugir um pouco aos "padrões", digamos assim. O certo é que o raio da música não me sai da cabeça, e dei-me ao trabalho de sacar o álbum inteiro por causa dela. E ainda me dei ao trabalho de o ouvir. As outras músicas, ao lado desta, não valem nada - um pop-rock meio infantil e um bocado irritante para meu gosto -, talvez à excepção de uma ou outra, não sei, não o ouvi muito bem, pois só queria ouvir esta música.
Tive a sensação de que lançariam um bom álbum assim que ouvi este single pela primeira vez...no qual a voz da Simone, no refrão, me deixou toda, toda arrepiada.
...ao qual poderia retirar uma única música da qual não consegui gostar. Todas as outras estão, na minha opinião, fantásticas, em especial as duas primeiras faixas, que foram as minhas preferidas. Delain é uma banda que já ouço há uns aninhos e pela qual sempre nutri um carinho especial. Uma banda da qual gosto cada vez mais. E, depois deste álbum, tenho ainda mais razões para a adorar e uma vontade ainda maior de a ver ao vivo...seja onde for.
Within Temptation é uma das minhas bandas do coração. Até o meu nome de utilizador aqui na blogosfera é o título de uma das suas canções. O seu estilo musical tem sofrido alterações ao longo do tempo, mas a banda nunca me desiludiu por causa disso. Se eu antes preferia o estilo mais dark do seu primeiro álbum, agora, de há uns tempos para cá, rendi-me completamente à sua nova sonoridade. Caso regressem a Portugal, estarei pronta a ir vê-los de novo.
Para mim, a melhor do novo álbum de Avenged Sevenfold. Por conseguinte, a música que me deixou mais tentada a ir vê-los ao vivo em Novembro. Mas - há sempre uns mas no que toca a essas coisas -, tal como aconteceu com Iron Maiden, o concerto é numa quarta-feira e em Lisboa. E não sei se terei alguma apresentação de trabalhos nessa altura. Para além disso, iria dar umas quatro faltas - porque, já que vou gastar dinheiro para ir para Lisboa, aproveitava e ficava lá uns dias - e iria ao concerto sozinha - coisa que não é nada do outro mundo, mas que, enfim. Por outro lado, era mais um concerto para juntar à minha minúscula lista e uma desculpa para ir ter com o namorado. Portanto, ainda estou indecisa. Principalmente por causa do raio da faculdade. Maldita faculdade. E malditas bandas, que só sabem ir à capital...