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04/10/2016

Sobre o estágio...outra vez

Bem sei que não tenho falado de outra coisa ultimamente - e há tantas outras coisas sobre as quais quero escrever -, mas não podia deixar passar em branco a renovação do meu contrato.
Pois é. Nove meses depois, praticamente no final da primeira fase do programa de estágios, disseram-me que queriam que continuasse na empresa. Devo ter ficado com uma cara de parva misturada com uma cara de miúda feliz quando me deram a notícia. Não estava nada, mas nada à espera disto. Nem, confesso, estava à espera de ficar tão contente como fiquei.
No dia em que o soube, fui para casa mesmo feliz, por diversos motivos. Primeiro, gostaram do trabalho que fiz até agora, e, graças a isso, senti o mesmo que já referi no post anterior: que, afinal, fiz alguma coisa e que valho alguma coisa. Depois, isto significa que vou passar bastante tempo sem ter que pensar no que fazer a seguir; que não vou ficar em casa desamparada e a desesperar à procura de emprego ou a pensar no que raio fazer da minha vida. E, com isto, vou continuar a ganhar uns trocos - é desta que vou investir numa PS4! (ou talvez não). Para além disso, já estava a ver a vidinha a andar ligeiramente para trás quando me imaginava num novo emprego, a conhecer novamente um local e as pessoas desse mesmo local, a não saber ao certo o que tinha que fazer, a tentar provar o meu valor a novos chefes, enfim. Sempre me foi difícil adaptar-me a novas situações e preciso sempre de algum tempo até que consiga, de facto, sentir-me adaptada. E estava a ver que, agora que as coisas estavam a correr tão bem e que já me sentia tão adaptada e tão à-vontade naquele local e com aquela gente, teria que me ir embora.
Tudo isto me deixou feliz como nunca tinha imaginado. E toda a gente ficou feliz por mim - família, pessoal da empresa, enfim -, o que só me deixou mais contente. A minha mãe até me disse que estava orgulhosa de mim. Nem imaginam como foi bom ouvir isso.
Uns dias antes de saber do meu "destino", apostei um jantar com uns colegas da empresa. Caso renovassem o meu contrato, pagava eu. E, bem, parece que vou mesmo ter que tirar um dinheirinho da minha conta para pagar um jantar um dia destes... 

18/09/2016

Nightwish - Endless Forms Most Beautiful Tour

Fotografia retirada do Facebook oficial da banda (e editada por mim).

Nightwish é uma banda que ocupa um lugar especial no meu coração. É uma das minhas bandas favoritas, que me acompanha desde os dezasseis anos, que me fez apreciar a música de outra forma e a primeira banda de metal que ouvi. Antes de ouvir esta banda, eu - bem como muita gente que não sabe do assunto e que pode nem querer saber - tinha aquela ideia pré-concebida de que o metal era apenas berros e barulho, algo que nem sequer se podia considerar música, e que era preciso ser-se muito tolo ou estar-se super deprimido e mal com a vida para se conseguir ouvir tal coisa. Mas ouvir Nightwish veio mudar completamente esta minha forma de ver as coisas, principalmente porque me apresentou um género musical que eu nem sabia que existia: metal sinfónico. Metal sem berros, mas com uma bonita voz feminina, com tanto de doce como de poderosa, no seu lugar; metal sem instrumentais pesados, arrastados, deprimentes e barulhentos; metal com uma orquestra, com sonoridades viradas para o teatral ou o cinematográfico, e com canções que contavam histórias e que me faziam imaginar histórias, não só devido às letras, mas também devido à melodia e aos instrumentos, que criavam um ambiente completamente distinto de tudo o que ouvira até então. É difícil, a meu ver, explicar o quanto se gosta de uma banda, daí que seja difícil, para quem me lê, compreender a adoração e a admiração que tenho por esta banda em concreto. O facto é que é uma das minhas bandas do coração e das melhores que já ouvi. Parece que foi graças a ela que nasceu, em mim, uma grande paixão por música - porque, antes dos meus dezasseis anos, eu mal ouvia música por minha iniciativa; não havia nada de que gostasse realmente. Foi graças a ela que comecei a ouvir outras bandas, outros estilos e que, finalmente, encontrei os meus géneros musicais de eleição e as melhores bandas do mundo - para mim, como é óbvio. Percebi que o metal não é só berros e barulho. Percebi o quanto pode ser bonito. Passei a ver este género musical com um novo olhar, a apreciar alguns dos seus subgéneros e a gostar de explorar este novo lado do mundo da música. E, assim, nasceu a pequena metaleira que hoje vive em mim e que parece que nunca me vai abandonar.
Quando soube que os Nightwish vinham a Portugal, não pensei duas vezes. Não pensei na loucura de comprar um bilhete de avião para poder ir vê-los, nem tão-pouco pensei naquilo que poderiam pensar de mim por estar a fazer isso - que estava a passar-me, que estava a ser doida, que estava a fazer algo um bocado parvo. Muitas pessoas podem não compreender, e nem eu espero que toda a gente compreenda. Porque nem todas sabem o que é adorar uma banda desde os dezasseis anos e esperar quase dez anos para poder vê-la ao vivo. Mesmo que saibam, podem até pensar Mas para quê vê-la ao vivo? Não basta apenas adorá-la e pronto?. Não, não basta. Para mim, não basta. Mais uma vez, não espero que toda a gente compreenda. O certo é que o fiz: comprei um bilhete de avião e fui vê-los. Nunca pensei tornar-me louca a este ponto. Mas devo dizer que foi uma loucura que me fez tão bem. E que acho que são actos loucos como este que fazem a vida valer a pena e que nos proporcionam os melhores momentos de sempre.
O concerto foi absolutamente lindo. Tive medo que fosse arruinado por causa do grupinho de pessoas que estava mesmo ao meu lado - pessoal nos seus trintas ou quarentas que já estava completamente podre antes do concerto começar, a ponto de eu ter levado uma queimadura de cigarro e de ter quase a certeza de levar um banho de cerveja da cabeça aos pés. Mas, felizmente, consegui abstraír-me deste cenário triste e um tanto ou quanto desrespeitoso e aproveitar a noite da melhor forma.
De facto, foi uma das melhores noites da minha vida e um dos melhores concertos que já assisti até então. Em termos visuais, devo dizer que não foi nada por aí além - acho que nada bate o concerto dos Brit Floyd neste aspecto -, mas só o facto de ser a banda que é foi o suficiente. Diverti-me tanto, de uma forma que já estava a precisar há tanto tempo. Esqueci-me de tudo, de todos os problemas e de todas as confusões que já me andavam a massacrar a cabeça há algum tempo. Só me importava aquele momento, aquele ambiente, aquelas músicas que tanto adoro. Saltei, gritei e cantei como nunca. Foi uma noite linda, perfeita, maravilhosa, fantástica e tudo o mais que quiserem chamar, para além de ter sido cheia de surpresas. E as surpresas começaram lá para meio do concerto, com a 7 Days to the Wolves. Uma música que já não ouvia há anos - sim, anos -, que me fez pensar, nos primeiros segundos, em algo do género Mas esta é a música que estou a pensar? Meu Deus, já não ouço isto há tanto tempo! e que me deixou surpreendida comigo mesma por, mesmo depois de tanto tempo, eu ainda saber o refrão de cor. The Poet and the Pendulum foi outra surpresa; é uma música que adoro e da qual não estava nada à espera; antes de conhecer Nightwish, nunca tinha ouvido uma música tão longa como esta, e foi ela que me fez passar a gostar de músicas assim, longas, com o ritmo a variar ao longo da canção, como se assistíssemos a um filme. Mas, melhor ainda - e este foi o ponto alto do concerto - foi a sequência Stargazers, Sleeping Sun e Ghost Love Score. Fiquei com as expectativas em alta quando a Floor disse algo do género Há uma canção que queremos tocar para vocês...uma canção muito antiga!, e, quando disse que era a Stargazers...bem, eu adoro o instrumental desta música. E, depois de a ouvir assim, ao vivo, naquele ambiente de festa, passei a gostar ainda mais dela. A seguir, quando veio a Sleeping Sun, não pude deixar escapar um grande Oh My God!. Isto por não estar nada, mas mesmo nada à espera dela e por ser uma das minhas músicas favoritas deles. E teve piada porque, uns dias antes, disse a um colega da faculdade - que foi comigo ao concerto - que essa era das poucas músicas cuja letra sabia de cor e que gostava imenso que a tocassem, mas que duvidava muito que o fizessem. E tocaram-na! Mas o melhor ainda estava para vir. Ghost Love Score. A minha música favorita dos Nightwish. Que eu estava mesmo certa de que não iam tocar, por ser também tão longa. Como já tinham tocado a Poet e como eu sabia que a música final seria The Greatest Show On Earth, igualmente longa, já estava a pensar que não iriam tocar três músicas com mais de dez minutos num só concerto. Mas enganei-me. E ainda bem que me enganei! Ouvir os primeiros segundos da minha música favorita fez-me logo dar um berro. Não estava mesmo a acreditar naquilo.
Saí do coliseu completamente partida, como não podia deixar de ser. Senti as pernas a doer tanto, mas isso rapidamente passou quando comecei a andar para a saída. Passou, mas para dar lugar a uma dor descomunal no fundo das costas. Parecia uma aleijada a andar na rua. É o que me acontece sempre. Mas nem por sombras ia ver um concerto destes sentada só para não sentir as dores no final. É uma das minhas bandas favoritas, era um concerto do qual estava à espera há anos e as dores até valem a pena. No momento, só queria deitar-me na cama. Mas, olhando para trás, sim, valeram mesmo a pena. São só umas dorzinhas, afinal. E, para além disso, mesmo andando na rua como uma aleijada, com as costas a doer tanto, a sentir-me cansadíssima e a querer apenas deitar-me e adormecer, sentia o coração tão cheio, a transbordar de alegria. Foram umas duas horas lindas, mágicas, inesquecíveis. Deixaram-me tão feliz e deram-me memórias que vou conservar para sempre e das quais irei lembrar-me com um grande carinho e, como não podia deixar de ser, com uma grande nostalgia. Ter ido dos Açores para Lisboa ver o concerto foi um acto louco, sim. Mas um acto louco que valeu a pena. Porque são destes actos loucos que precisamos de vez em quando.

Setlist:
Shudder Before the Beautiful
Yours Is an Empty Hope
Bless the Child
Storytime
My Walden
Élan
Weak Fantasy
7 Days to the Wolves
The Siren
The Poet and the Pendulum
I Want My Tears Back
Nemo
Stargazers
Sleeping Sun
Ghost Love Score
Last Ride of the Day
The Greatest Show on Earth

16/07/2016

Iron Maiden - The Book of Souls World Tour

Fotografia da minha autoria, tirada no final do concerto - a única altura em que me dignei a parar por um bocado para tirar o telemóvel da mochila.

O dia 11 de Julho ficará marcado como o dia em que estive enclausurada no meio de gente doida e sobrevivi.
Começando pelo princípio. Estava stressadíssima. Tive a brilhante ideia de ir ao Colombo, com o único propósito de comprar uns pijamas fofinhos na Primark. Teria sido uma boa ideia, de facto, se eu tivesse saído de casa a uma hora decente. Mas ter uma irmã que não gosta - ou que não consegue, vai-se lá perceber - de se levantar da cama a horas decentes fez com que só saíssemos de casa já ao início da tarde. Muito resumidamente, a nossa suposta ida às compras passou por chegar ao Colombo, almoçar e andar às voltas na Primark durante (muito) mais tempo do que o pretendido. E nem sequer comprei um pijama, foi realmente frustrante - só havia tamanhos grandes, enfim, típico da Primark. Por causa de tudo isto, saí do Colombo mais tarde do que o suposto e ainda tive uma grande viagem de metro pela frente. E sim, foi isso que me deixou stressadíssima. Mas ainda bem que não ia sozinha ao concerto e que tinha a querida da White Raven a guardar lugar para mim na fila - a blogosfera deu-me uma companheira de concertos, o que podia ser melhor?
Comecei a stressar porque as portas da MEO Arena abriam demasiado cedo e eu tinha que estar lá no momento da abertura porque, caso contrário, nunca (ou muito dificilmente) teria um lugar de jeito numa plateia que se avizinhava recheada de gente - problemas de quem tem menos de um metro e sessenta. Por isso, foi ver-me como que desesperada durante a viagem de metro, sempre a olhar para o mapa das estações para ver se ainda faltavam muitas e a ligar não sei quantas vezes à Raven para saber o ponto da situação - eram sempre as mesmas perguntas: se estava na fila, se esperava por mim, se as portas já tinham aberto. Um stresse.
Chegada ao Oriente, foi ver-me a atravessar aquilo tudo a passo de corrida para tentar chegar a tempo, mas não sem antes parar numa casa de banho para trocar de roupa - e, aí, o stresse aumentou, pois eu achava que as casas de banho iam estar pilhadas e que ia demorar imenso e que não ia chegar a tempo...mas, surpreendentemente, estava praticamente vazia e acabei por não me demorar nada. Entrei lá de top cor-de-rosa e saí toda metaleira com a minha t-shirt dos Maiden, que comprei no concerto de 2013.
Depois, fui finalmente lá para fora e todo o stresse passou quando vi as filas ainda paradas e quando encontrei a White Raven - foi tão bom revê-la! E, mesmo quando lá cheguei, as portas abriram-se e as filas começaram a andar. Mas, ainda antes de entrar, tive que deixar a minha garrafa de água à porta porque o segurança implicou com a "rolha", como ele próprio chamou. Não com a garrafa propriamente dita, mas com a "rolha". Quer dizer, pelas palavras dele, eu podia entrar com a garrafa de água, desde que deixasse a "rolha" lá fora. Se isto fizer algum sentido para alguém, por favor elucidem-me.
A zona mesmo em frente ao palco já estava minimamente composta. Saltitámos de sítio em sítio à procura do lugar ideal, mas já não havia nada considerado ideal. Havia sempre cabecinhas ou traves - que é como quem diz, pessoas altas - à minha frente, mas também havia sempre um ou outro buraquinho entre elas para poder espreitar. E pronto, instalámo-nos e ficámos à espera. Ainda era cedíssimo.
The Raven Age foi a banda de abertura. Não conhecia e não tinha nada a ver com Iron Maiden. Mas até gostei e fiquei de procurar mais sobre eles. Acho que foi a primeira vez que gostei de uma banda de abertura. Não "curti o som" como muitas das pessoas que estavam à minha volta por ser algo de novo para mim, mas isso não quer dizer que não lhes tenha achado piada. Houve uma parte mesmo gira, em que, numa introdução mais calma de uma das músicas, o vocalista pediu que se ligassem as lanternas dos telemóveis ou se acendessem isqueiros. Sei perfeitamente que isto se faz em imensos concertos, mas nunca tinha acontecido em nenhum dos que assisti até agora. Foi por isso que achei tão giro. E, depois, olhei para trás e só via luzinhas no escuro. Pareciam pirilampos. Foi tão fofo.
Quando acabou, houve mais uma meia hora de seca até começar o tão esparado concerto dos Iron Maiden. Entretanto - e já nem sei bem como foi que isso aconteceu -, um rapaz atrás de nós acabou a meter-se na conversa e o gajo era uma espécie de enciclopédia ambulante no que dizia respeito aos Maiden. Ao mesmo tempo, eu sentia-me cada vez mais compactada no meio de toda a gente e parecia que tinha mais cabeças à minha frente do que quando tinha ali chegado. Só rezava para que conseguisse ver alguma coisa.
Durante as duas primeiras músicas dos Iron Maiden, já eu estava a suar por todos os lados. Por duas razões. A primeira: estava demasiado gente à minha volta. Estava tudo colado, mesmo, e eu nem conseguia mexer-me. Nos primeiros minutos de concerto, tudo o que me vinha à cabeça era Vou me lembrar de não voltar a comprar um bilhete para a plateia. A sério. Mas isso foi só mesmo no início; no final do concerto, mudei de opinião. E, quando comecei a entrar na onda, não voltei a pensar nisso. Tinha a mochila às costas e passei-a para a frente, de forma a ter mais algum espaço entre mim e os malucos que estavam à minha frente, e comecei também a pular, a pisar os pés dos outros, a atropelar os outros, tal como toda a gente estava a fazer, sem me importar. E esta foi a segunda razão pela qual comecei a suar por todos os lados.
Mas foi com a Children of the Damned, que foi logo a terceira música, que comecei mesmo a "delirar". De toda a setlist, era a música que mais queria ouvir ao vivo, por ser uma das minhas favoritas deles. 
A partir daí, a coisa só melhorou. Esqueci-me dos doidos à minha volta e transformei-me também eu numa doida. Fartei-me de pular, de gritar, de pôr os braços no ar, de cantar. Nem sequer ouvia a minha própria voz e devo ter desafinado imenso, mas enfim. Entretanto, perdi-me da White Raven, mas continuei "na minha" e achei melhor não perder tempo a procurá-la, pois muito dificilmente conseguiríamos juntar-nos de novo. Para além disso, só sei que, no início do concerto, tinha certas pessoas à minha volta, e, no final, já tinha outras. Não sei como foi que isso aconteceu, mas não interessa. Agradeci mentalmente pelo facto de existirem ecrãs de cada lado do palco, porque, caso contrário, teria perdido muita coisa. Adoraria que a Empire of the Clouds estivesse incluída na setlist - mas sim, eu sei que isto seria pedir muito - e tive imensa pena que a The Man of Sorrows também não fizesse parte dela, mas adorei o concerto na mesma. Adorei ver os Eddies e a energia inesgotável dos Maiden. Para além da Children, as minhas favoritas da noite foram a Hallowed be thy Name, a Blood Brothers e, claro, a Fear of the Dark, o grande clássico que nunca pode faltar e a primeira música dos Maiden que ouvi. Sorri e senti-me feliz, sem preocupações na cabeça para além da de aproveitar aquele momento o melhor que pudesse. Quase levei com aqueles que estavam a fazer crowd surfing e quase fui arrastada para o chão quando algumas baquetas caíram perto de mim, mas a verdade é que também adorei aquele ambiente de plateia e de gente doida. Porque, no final de contas, estávamos todos unidos. Mesmo que fôssemos todos tão diferentes uns dos outros e no dia-a-dia, ali, naquele momento, estávamos unidos e éramos todos iguais. Éramos todos metaleiros. Éramos todos fãs. Éramos todos Irons. E este sentimento único de união, de festa, de pertença...enfim, é impagável.
Houve apenas um pequeno problema, que já em 2013 se havia verificado: o som. O som na MEO Arena é demasiado estranho para meu gosto. Parece que se perde muito; nem sei explicar. Estava um pouco melhor que em 2013, mas, mesmo assim, a coisa não estava no seu melhor. Parece-me que o problema é da própria sala, e muita gente se queixou do mesmo.
No final, quando, por fim, fiquei quieta no mesmo lugar por mais uns segundos do que o que tinha sido habitual, comecei a sentir as dores. Nas pernas e nas costas, principalmente; só mais tarde, já deitada para dormir, é que senti nos pés. Mas são daquelas dores que não nos importamos de ter e que até nos sabem bem. São sinal de que passámos um bom bocado. 
Nessa altura, voltei a encontrar a Raven e fomos até ao Vasco da Gama comer qualquer coisa antes de ela ir embora. No meu caso, a fome não existia - apenas sede -, mas lá tive que comer para não ir dormir de estômago vazio. E só o facto de poder sentar-me nalgum sítio convenceu-me. Só tive pena que não pudéssemos ter ficado mais tempo juntas, algo que acontece de todas as vezes que nos encontramos. É sempre por pouco tempo, infelizmente, mas espero que algum dia possamos estar juntas por mais tempo e que tenhamos mais oportunidades de nos encontrarmos.
Regressei a casa feliz e de coração cheio, completamente satisfeita por mais uma noite fantástica e memorável em que não fiz outra coisa senão divertir-me. E, para além disso, sem uma única pontinha de arrependimento por ter ido àquele concerto. Se tivesse optado por não ir, por qualquer razão, aí sim, tinha a certeza de que iria arrepender-me. Mas, neste caso, o bilhete para o concerto e o da minha viagem para Lisboa valeram cada cêntimo.

08/06/2016

De volta

Já voltei de Lisboa, e, portanto, voltei ao blog, embora o que me apetecesse realmente era ter ficado por lá mais uns dias. De qualquer forma, voltar ao trabalho não custou tanto como pensei que custasse. E, agora, cá venho contar as novidades. Vou dividir isto por tópicos para ser mais fácil para mim e para quem me lê. Aviso, desde já, que todas as fotografias desta publicação são da minha autoria, pelo que não devem ser usadas sem permissão.

18/04/2016

Mais de 1000 razões para ser feliz #21

Fotografia da minha autoria.

Aproveitar os dias de sol.
Estava uma tarde tão boa quando saí do estágio na passada sexta-feira. Daquelas tardes mesmo convidativas com o sol a brilhar e em que não se sentia frio. Tardes mesmo "à Primavera", que, infelizmente, este ano têm surgido com muito pouca frequência. Ter noção disso e ver o dia assim deu-me logo uma enorme vontade de estar ao ar livre.
Quando cheguei a casa, a minha mãe já lá estava. E eu, mal entrei, sugeri-lhe logo que saíssemos e que aproveitássemos o bom tempo.
E assim foi. Ficámos perto de uma hora numa esplanada à beira-mar, a desfrutar do calor do sol e a saborear um cappuccino - a minha bebida de eleição -, e isto soube-me tão bem. O facto de ser véspera de fim-de-semana foi mesmo a cereja no topo do bolo. E ainda bem que o fizemos, já que o fim-de-semana esteve de chuva. Foi nisso que também pensei. Para quê esperar pelo fim-de-semana e por um momento mais "livre"? Devemos mesmo aproveitar o momento, sermos espontâneos. Porque eu sei lá quando é que, nos próximos tempos, vou voltar a estar numa esplanada ao sol e sem sentir frio. A Primavera parece não querer nada com ninguém este ano, pelo que tenho optado por tirar partido dela quando ela, de repente, decide dar um ar da sua graça. Acho que ando a tornar-me numa pessoa mais espontânea por estas e por outras, e isso agrada-me.

22/12/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #17




Fotografias da minha autoria.

Gosto tanto de montar e enfeitar a árvore de Natal e de decorar a casa a rigor, mas gosto ainda mais de ver a casa assim, toda enfeitada. Fica tão bonita, tão alegre. Este ano, resolvemos colocar os presentes debaixo da árvore, o que deu um ar mais giro e querido à coisa, como se os embrulhos também fizessem parte da decoração. Passei alguns dias sem ver um único presente com o meu nome, mas, de repente, apareceram logo três debaixo da árvore, e estou deveras curiosa quanto ao seu conteúdo. Nestes dias, sabe-me bem ficar por casa, especialmente quando o tempo está tão mau lá fora, como aconteceu na semana passada. Passar uma tarde a escrever ou à volta de um desenho, com boa música como companhia. Ou estar no sofá, coberta por uma manta, a ler um livro ou a ver os episódios de uma série acompanhada por um chá ou por chocolates. Sempre com as luzes da árvore a piscar ao fundo. Sabe bem ouvir músicas de Natal em todo o lado: na rádio, nas ruas, nas lojas...e até no balneário da natação. Nesta altura do ano, sinto-me, ainda, como se fosse uma criança de novo. É a altura em que mais vontade tenho de ver filmes de animação - o Big Hero 6 é um dos filmes mais giros de sempre, e a ideia do Inside Out é espectacular - e de voltar a dar uso à minha N64, a minha relíquia, a melhor prenda de Natal que já recebi - e na qual já não sei jogar tão bem como quando era miúda. Ontem, fizemos o nosso bolo de Natal, típico daqui dos Açores e tão delicioso, que deixou a casa a "cheirar a Natal". Depois, vai começar o frenesim no que respeita a fazer a comida e as restantes sobremesas e preparar a casa para o jantar da noite de Natal. Mas eu até gosto disso.
Este ano, o meu Natal vai ser mais triste, mas vou fazer os possíveis para aproveitá-lo ao máximo e da melhor maneira.
Se entretanto não publicar mais nada até ao dia - que é o que, muito provavelmente, vai acontecer -, aproveito para desejar um feliz Natal a todos  

04/12/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #16

É sempre bom receber livros novos. E isto torna-se ainda melhor quando são adquiridos em promoções que fazem com que compremos dois livros pelo preço de um (obrigada, Wook!). Já tenho mais uma trilogia completa...apesar de o primeiro volume da mesma ainda estar em lista de espera para ser lido. Não me faltam livros para ler, portanto. 

02/12/2015

Terminei Novembro em beleza

Passei estes últimos dias no Porto. Tive, este fim-de-semana, a última sessão do curso que andei a fazer, e aproveitei para ficar por lá mais uns dias.
A cidade parece ter algo inexplicável que me faz gostar tanto dela. Gosto tanto de andar pelas ruas, sem destino, mesmo que já tenha passado por elas várias vezes; de passear pelos jardins; de explorar lugares novos; de observar os monumentos e de admirar as paisagens; de passar tempo num café acolhedor a comer coisas boas. E torna-se tudo melhor quando, mesmo com frio, o céu está limpo durante todo o dia e o sol brilha, como se nos aquecesse o coração. E, claro, quando se está em boa companhia.
Não tenho planos para lá regressar, mas espero poder fazê-lo um dia, seja lá quando for. O Porto tornou-se como que na minha segunda casa. Vou ter saudades.

03/11/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #14

Desde pequena que desenho e que escrevo. São coisas que me acompanham desde essa altura até hoje porque me divertem e, mais do que me entreterem, fazem-me feliz. Continuo a fazê-las por mim, porque gosto, para que me sinta bem comigo própria, e não para agradar aos outros ou para provar-lhes alguma coisa. Deposito, nelas, imenso amor e dedicação, sempre. Mesmo que ninguém vá compreender ou gostar, é por mim que as faço. Mas é claro que gosto que apreciem o meu trabalho e me dêem um feedback positivo. Se não quisesse que dissessem nada acerca daquilo que faço, então não mostraria nada a ninguém e guardava tudo para mim.
E este feedback deixa-me feliz. Seja através de simples likes no Facebook, seja por adicionarem os meus trabalhos aos favoritos no DeviantART e/ou por descobrirem milagrosamente alguns desenhos meus e pedirem-me que os adicionem a determinados grupos - ainda estou parva com a quantidade de gente que gostou da minha Kim Possible, e continuo parva quando entro no site e vejo que tenho várias feedback messages, que é algo que muito raramente me acontecia -, seja através de comentários aqui no blog aos meus textos, seja através de uma forma mais "pessoal" - e com isto refiro-me às mensagens acerca do meu "livro", de quem já o leu. Tudo isto é motivo para ficar satisfeita com aquilo que faço. Significa que fiz algo de jeito. E que esse algo, para além de ser do meu agrado e de eu ter gostado tanto de o fazer, consegue, também, ser do agrado de outros. E tudo isto motiva-me a continuar, a evoluir constantemente, a fazer mais e melhor.

29/10/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #13

Tenho andado a descobrir mais do Porto.
Descobri a Amarelo Torrada, um espaço acolhedor com uma decoração amorosa. Na montra, lê-se algo do género Aqui vai comer a melhor torrada da baixa, e isto não é exagero algum. Para além de as torradas serem muito bem servidas, ainda podemos escolher o tipo de pão. E, quando digo bem servidas, não me refiro apenas ao tamanho. A torrada vem, como é habitual, barrada com manteiga, mas traz também duas compotas diferentes e mel, com os quais também podemos barrar a torrada, se quisermos. E o contraste entre o doce das compotas e o salgado da manteiga é simplesmente divinal. Está aprovadíssimo, e espero lá voltar mais uma vez.

Descobri a biblioteca municipal. Pois, passei três anos e meio a estudar no Porto e nunca me tinha dignado a estudar numa biblioteca que não a da minha faculdade. Meti-me lá por estar a chover, e gostei muito do espaço. O edifício é antigo, mas gostei dele no interior. E gostei, especialmente, do claustro. Gosto de claustros; acho-os fofinhos. E, lá, tinha umas mesas e cadeiras, o que me fez pensar que deve ser bem agradável estar ali fora quando o tempo está bom.

Descobri o Traveller Caffé, mais um espaço acolhedor e um excelente refúgio para dias de chuva, como foi o caso. Passei por lá depois de sair da biblioteca, onde bebi um delicioso chocolate quente que me soube pela vida. Aliás, só o facto de estar lá soube-me bem. Adorei o ambiente, muito calmo e descontraído, com uma música de fundo bastante agradável, e ver a chuva a cair lá fora tornou tudo ainda mais aconchegante. Só faltou uma boa companhia, mas, havendo falta disso, entretenho-me com outras coisas. Ultimamente, tenho levado o meu bloco de notas para todo o lado, com o qual me tenho divertido a escrever ideias para posts para o blog, a escrever a ordem dos acontecimentos da história que estou a escrever agora - que acabam por me deixar sempre confusa, com a quantidade de coisas que quero (e tenho que) incluir para que tudo faça sentido - ou a tentar escrever uma sinopse decente da minha história anterior.  


12/10/2015

Do fim-de-semana

Foi este fim-de-semana que começou o tal curso em que me inscrevi. Estava entusiasmada, porque, recentemente, comecei a adquirir gosto por esta área, e isto graças ao tema da minha tese, que vem a ser relacionado com isso. E, de facto, o primeiro dia do curso foi muito bom e gostei bastante. Falaram, inclusive, acerca de conceitos que eu abordei na minha tese, pelo que não era algo totalmente novo para mim e senti-me inteligente naquela sala por causa disso.
Foi, no entanto, estranho despedir-me da minha mãe na noite de quinta-feira. Comecei a sentir-me um pouco mal por ir passar aquele e os próximos fins-de-semana longe dela, logo nos dias em que ela não trabalha e em que podíamos passar mais tempo juntas. Mas depois pensei que teremos imensos fins-de-semana para estarmos juntas, não só quando o curso acabar, mas também quando eu própria trabalhar também. Senti-me igualmente mal por fazê-la gastar tanto dinheiro comigo por causa de tudo isto - o curso, o alojamento e etc. Ela diz que isto é para a minha formação e não para estar a brincar e que, por isso mesmo, não devia sentir-me mal. Eu cá continuo a achar que lhe vou "oferecer" o meu primeiro ordenado, só para ajustarmos contas. Falei-lhe sobre isso. Ela disse que eu não estava boa da cabeça.
Houve outras coisas estranhas neste fim-de-semana. Regressar à faculdade, por exemplo, depois de ter terminado a licenciatura. Voltar a ter uma espécie de aulas. Nunca pensei que tais coisas viessem a acontecer. Estava quase a chegar à faculdade e a pensar Quem diria que ia voltar cá. E quem diria que ia encontrar áreas de interesse e que me entusiasmassem dentro da nutrição. Quem diria que acabaria por ganhar gosto por isto.
Durante a viagem de regresso a casa, ouvi música e senti-me feliz. Feliz por ter tido esta oportunidade, feliz com as escolhas que fiz, feliz com a vida que levo, feliz por ter novos planos, feliz com a pessoa que sou. Foi algo que também não deixou de ser estranho.

02/10/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #12

Hoje foi dia de regressar à prática do melhor desporto do mundo. Estou tão cansada, que acho que amanhã não me mexo, mas, ao mesmo tempo, sinto-me tão bem. Que saudades que tinha de dar umas braçadas...!

16/09/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #11

Fotografia da minha autoria.
Concertos. 
Sentir-me imensamente feliz no interior de um recinto. Ouvir as músicas de que gosto e que conheço bem a serem tocadas mesmo à minha frente, acompanhadas por efeitos de luzes e com vídeos em plano de fundo. Delirar com os solos e deliciar-me com uma voz. Ganhar uma admiração ainda maior e um carinho mais especial pelos artistas. Derreter-me com a sua simpatia, a sua capacidade de me arrancar sorrisos rasgados e sinceros sem esforço, quer através da música, quer pelas suas palavras. Sair do recinto com dores nas costas, nas pernas, nos braços, no pescoço, mas caminhar com um sorriso no rosto e com o coração tão, tão cheio.
É em alturas como esta que gostava que houvesse um comando que me permitisse voltar atrás e repetir o mesmo momento as vezes que quisesse.
Obrigada por tudo isto, Steven. Foi absolutamente maravilhoso.

14/09/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #10

Fotografia da minha autoria.
Hoje tive um dia feliz.
Conheci uma blogger pessoalmente. Estava com um certo receio de a coisa se tornar um bocado awkward por não sabermos o que dizer uma à outra e de não correr muito bem por causa disso, mas foi precisamente o contrário. Ela é mesmo muito simpática, e eu senti-me imediatamente à vontade com ela, coisa que, comigo, não é muito normal acontecer. Falei com ela como se já a conhecesse há algum tempo e como se já nos tivéssemos encontrado antes. Foi estranho, mas no bom sentido. Só foi pena não termos tido muito tempo, mas espero que nos voltemos a encontrar numa próxima. Gostei muito daquele bocadinho.
Para além da companhia dela, fui feliz a comer um éclair muito, muito delicioso.
Segui, depois, para a foz. O dia ficou espectacular, com sol e céu azul, e só isso já é motivo para sorrir. Mas, para além disso, senti-me feliz a caminhar lentamente por aquela avenida e a parar para observar o mar. Sentei-me, de vez em quando, numas rochas, a olhar para o mar durante tanto tempo, a ver as ondas formarem-se e destruírem-se logo de seguida. Enquanto isso, recebia o calor do sol e sentia o cheiro a mar, que estava tão intenso e, por isso, tão bom. Numa dessas vezes, perdi um bocado a noção do tempo e nem sei quantos minutos ali passei, sentada numa rocha a olhar para o mar feita "parva".
E, claro, não pude ir-me embora sem tomar qualquer coisa numa esplanada à beira-mar, especialmente com um tempo tão convidativo. Bebi o melhor cappuccino da minha vida até hoje, que, para além de bem servido, vinha com um toque de chocolate fantástico. Levei um livro comigo e deixei-me ficar ali a ler, ao sol e com o som da rebentação como pano de fundo.
Fui igualmente feliz a ouvir música nos transportes públicos e enquanto caminhava de regresso à residencial onde estou hospedada. Como é óbvio. E, entretanto, começou a tocar a Good To Be Alive dos Skillet, que é uma das músicas que mais ânimo me dá, dada a mensagem que transmite. É-me impossível ouvi-la sem ficar de bem com a vida.

13/09/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #9

 O Porto. O Porto faz-me feliz. Especialmente agora, que já não estou na condição de estudante.
Acordar cedo e ver o dia a render bastante por causa deste simples gesto. Ouvir música enquanto ando na rua ou nos transportes públicos e ter vontade de cantar. Andar nas compras feita louca e encontrar coisas fofinhas para o frio que se aproxima. Apaixonar-me ainda mais por feiras do livro. Lanchar nos cafés com as melhores gordices. Caminhar e caminhar até ficar cheia de dores, a absorver todos os pormenores circundantes e com a máquina fotográfica em punho, qual turista. Admirar-me com a quantidade de locais que ainda desconheço. Encontrar colegas por mero acaso e passar um excelente bocado pelo NOS D'Bandada, andando feitos parvos de um lado para o outro à procura do concerto perfeito, mas acabando por ficar apenas cinco minutos em cada um. E terminar com figuras meias tristes num bar com música dos anos oitenta. Ser capaz de passar horas a admirar uma paisagem. As ruas com música. Os edifícios e os monumentos carregados de História. As esplanadas e os jardins. A descontracção que sinto ao passear por tudo quanto é sítio, e a fantástica sensação de ser uma anónima numa grande cidade e de não ter preocupações. 
Estes últimos dias têm sido assim, e têm-me sabido pela vida.

30/08/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #8

- Sair de casa, durante a tarde ou à noite, só para ficar numa esplanada a conversar. Seja com pessoas que vejo todos ou quase todos os dias, seja com alguém com quem já não estava há algum tempo;
- Relembrar a mim mesma como é bom andar de bicicleta, depois de tantos anos sem o fazer - a ponto de achar que já não sabia andar numa;
- Rir durante um serão a ver episódios ou um filme que assim o obrigam;
- Dedicar os dias chuvosos às minhas actividades favoritas: ficar descontraidamente a ler, desenhar e ficar feliz com o resultado, deixar as palavras fluírem naturalmente enquanto escrevo no silêncio do meu quarto.

23/08/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #7

Fotografia da minha autoria.
Deitar-me debaixo de uma árvore a ler.
Desfrutar da sua sombra fresca num dia de calor e do sossego de um parque.
Observar as borboletas e os pássaros em voo.
Apreciar a vista, com o mar e a serra em plano de fundo.

18/08/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #6

Mergulhar e nadar no mar depois de uma semana sem ir à praia.
Porque só o facto de ir à praia deixou de ter importância. Aquilo que realmente me apetece e que me faz realmente falta é tomar banhos de mar. É algo que, nos últimos dias, quase que se tem tornado numa necessidade, de tão bom que é.

17/08/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #5

Fotografia minha.
Aproveitar o Verão da melhor forma: passear em lugares que me são desconhecidos, apreciar as paisagens e desfrutar da paz e da tranquilidade que a natureza proporciona.
Em suma: continuar a armar-me em turista na minha própria terra.

10/08/2015

Mais de 1000 razões para ser feliz #4

Via We Heart It.
Ficar a escrever até às duas da manhã, no silêncio do meu quarto, sem incómodos e sem grandes bloqueios.