12/01/2016
07/01/2016
Ano novo, vida nova
- E não estou ali a "ocupar espaço"; tenho tarefas bem definidas e que têm mesmo que ser cumpridas. Precisam de mim e reconhecem a importância do meu trabalho, o que se tornou evidente quando abriram a vaga, quando andaram atrás de mim como que desesperados e quando tive lá uma reunião antes de começar, perto do Natal;
- O pessoal trata-me por tu, coisa que não me aconteceu nem na faculdade, nem no meu anterior local de estágio. Para ser sincera, prefiro que me tratem assim;
- Não tenho gostado de acordar quando ainda está tão escuro lá fora, que parece que ainda é noite. Mas o que mais me tem custado nem sequer é o acordar cedo, mas sim o ter que me vestir com tanto frio, quando só apetece continuar de pijamas por mais um bocado;
- Não tenho gostado de acordar quando ainda está tão escuro lá fora, que parece que ainda é noite. Mas o que mais me tem custado nem sequer é o acordar cedo, mas sim o ter que me vestir com tanto frio, quando só apetece continuar de pijamas por mais um bocado;
- Espero mesmo conseguir conciliar este estágio com a porcaria do estágio à Ordem, mas parece estar tudo contra mim. Ainda não tenho orientador, pois decidiram inventar uns novos requisitos para quem quiser orientar estágios, e as pessoas com quem falei até agora não preenchiam os ditos. Isto parece ter vindo para me lixar e anda a stressar-me um bocado;
- Não tenho tido tempo para nada - nota-se, não é? Nunca mais cá tinha vindo -, especialmente por ter tido alguns compromissos durante esta semana. E bem podia dizer que este fim-de-semana ia ter tempo e ia poder descansar, mas não vou, porque vou a um seminário em Lisboa - é o que dá querer estar sempre a aprender;
- Já perdi o medo de conduzir - pudera, não tenho outra forma de ir para o local do estágio. E nunca pensei dizer isto, mas até gosto;
- Encontrei uns CDs que tinha gravado há uns anos e vou ter que ouvi-los para ver o que contém cada um. Pode ser que algum deles se aproveite e eu possa ouvi-lo no carro - porque não sei se aquilo não será ainda do tempo em que não ouvia música de jeito. De qualquer das formas, estou a pensar em gravar mais um;
- Tenho saudades de escrever no meu livro!;
- E estou ansiosa por deitar mãos à obra no que diz respeito às editoras. Preciso de tempo para isso, pois;
- E estou ansiosa por deitar mãos à obra no que diz respeito às editoras. Preciso de tempo para isso, pois;
- Não sei o que hei-de passar a fazer quanto à natação, já que há aulas na piscina durante a tarde toda, de modo que a natação livre só começa depois das oito da noite. E essa é uma hora muito chata. Estou a ver que hei-de ir apenas às sextas-feiras, uma vez que no dia a seguir vou poder descansar e dormir mais um pouco;
- Quero tanto ir ver Iron Maiden de novo. E saber que bandas vão ao Vagos;
- E acho que é tudo...
- E acho que é tudo...
30/12/2015
Memórias de 2015
Em:
Memórias,
Retrospectiva
2015 foi um ano que começou da pior forma possível, e, por causa disso, achei que tinha tudo para ser um péssimo ano. Também graças a isso, tive que aprender - ou habituar-me - a viver sem a presença de uma das pessoas mais importantes da minha vida. No entanto, o ano acabou por me surpreender pela positiva, e, apesar de ter começado tão mal, deu-me vários motivos para sorrir.
2015 foi o ano de deixar a "casa de estudante" e a faculdade, para regressar a casa. Com isto, também deixei o Porto, a cidade que tão bem me acolheu e que se tornou na minha segunda casa, mas tive várias oportunidades de lá regressar, com as quais matei todas as saudades e me apaixonei ainda mais pela cidade. Algumas destas oportunidades foram inesperadas, com as quais fiz uma formação na faculdade - onde nunca pensei voltar a entrar - que me fez aprender imenso. Por falar na faculdade, 2015 foi o ano em que me licenciei e passei pelo stress de escrever e de defender uma tese. Foi o ano em que fiz um estágio pela primeira vez, o que me fez ganhar gosto pela minha futura profissão, descobrir áreas de interesse e crescer a nível pessoal.
2015 foi o ano em que risquei mais desejos da minha wishlist. Conheci Coimbra e Amesterdão. Regressei à prática do melhor desporto do mundo. Assisti a um dos melhores concertos da minha vida. Ganhei gosto pelos passeios na natureza, armada em turista. Entrei tanto na água fresca de uma cascata, como nas águas quentes de uma piscina termal. Li, finalmente, a trilogia d'O Senhor dos Anéis, bem como outras que queria ler ou terminar há já algum tempo. Continuei a dedicar-me aos meus hobbies de alma e coração, acabando por encontrar o meu estilo no que toca ao desenho - em relação à escrita, ainda me falta um bom bocado para acabar o segundo volume da minha trilogia sem nome...e acho que, afinal, não vou chegar às duzentas e cinquenta páginas antes do ano terminar, como tinha proposto a mim mesma. E continuei a apreciar as coisas simples e a ver a vida com positivismo; continuei a gostar de passear e de explorar uma cidade, mesmo sozinha e na minha própria companhia, a adorar os cafés e as esplanadas, as gordices, a água do mar no calor do Verão. Voltei a ter um sorriso metálico, o que não é propriamente bom, mas ao menos sei que estou a "caminhar" para cumprir mais um desejo que tenho. Ouvi álbuns de tirar o fôlego, lançados este ano e não só. Comprei o meu primeiro carro e voltei a conduzir passado tanto tempo. Conheci uma blogger pessoalmente, e foi incrível a empatia que sentimos uma pela outra logo no primeiro instante, como se já nos conhecêssemos - e, apesar dos quilómetros que nos separam, espero que voltemos a encontrar-nos e que possamos manter esta amizade inesperada.
Em 2016, espera-me uma nova etapa. Finalmente, a expressão Ano novo, vida nova vai fazer algum sentido. Espero que traga tudo de bom e mais razões para sorrir, não só a mim, mas também a vocês.
29/12/2015
Facto #35
Estar-se ligado às redes sociais em plena noite de Natal é uma das coisas que me custa a compreender e que me faz um bocado de confusão. Melhor dizendo, não é bem o facto de se estar ligado, mas sim a "necessidade" de se publicar uma foto de família tirada nessa mesma noite. É óbvio que, aqui, também tiramos fotografias de família, mas não com o único intuito de publicá-las. Não sei como há quem tenha paciência para isso, para andar com tentativas de fotos e para adiar a hora de se começar a comer só mesmo para dizer a toda a gente que se está a celebrar o Natal com a família toda - e isto bem que pode ser aplicado a outras datas festivas... Gente, toda ou quase toda a gente celebra o Natal com a família, acho que é escusado mostrá-lo. Já cansa, todo esse exibicionismo...
Prometo que não falo mais sobre o Natal, pronto.
28/12/2015
Natal 2015
O meu Natal foi bom. Diferente, por vários motivos, mas bom. A comida estava óptima, o bolo estava melhor do que nunca, a companhia foi ainda melhor e este deve ter sido o Natal cujo serão se prolongou durante mais tempo. Em relação aos presentes, não tive quase nada daquilo que pedi, o que não quer dizer que não tenha tido coisas boas. Mas, hey, recebi uma camisa axadrezada. E dois pijamas! Ambos muito giros e fofos. Um deles com umas calças com motivos de Hogwarts, que eu, claro, adorei. Os dias a seguir ao Natal continuaram a ser passados em família, ora na casa de um, ora na casa de outro, como já é hábito. A almoçar ou a jantar em conjunto, e, por vezes, a fazer estas duas coisas. E a ver filmes também. Honestamente, pensei que este Natal viesse a ser pior, dadas as circunstâncias, mas fui surpreendida. Talvez por não ter grandes expectativas.
E ainda fiz alguém feliz com uma "prendinha de Natal" inesperada. Saber que a pessoa ficou feliz deixou-me feliz também.
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