23/07/2015

Em modo repeat #26

Este vídeo saiu ontem e tive conhecimento dele ontem através da página de Facebook dos Paramore, pelo que só conheci esta música ontem. No entanto, não me fiquei por ouvi-la apenas uma vez. Ficou logo no ouvido, e tive que a ouvir mais não sei quantas vezes, tanto ontem, como hoje. Para mim, sabe mesmo a Verão, a boa disposição, a dias felizes e descontraídos, a longas viagens de carro debaixo do sol e do céu azul. Gostei tanto. E a Hayley Williams está com um visual tão, tão fofinho neste vídeo...

21/07/2015

Trilogia do Senhor dos Anéis - J. R. R. Tolkien

Esta é uma história que dispensa apresentações, embora, no meu caso, que nunca tinha visto sequer os filmes antes de resolver pegar nos livros, tivesse necessitado delas. Juro que não sabia do que a história tratava, tirando a parte de envolver uns anéis quaisquer, e que era uma perfeita naba no que dizia respeito ao universo onde se desenrolava. E foi precisamente o facto de ouvir falar tanto nela e de me sentir uma completa ignorante sempre que ouvia falar sobre ela - nem que fosse só uma pequena referência - que me fez ter uma enorme vontade de ler estes livros.
Antes de ler esta trilogia, contudo, li O Hobbit, e acho que fiz bem. Fez todo o sentido lê-lo em primeiro lugar, uma vez que se trata da história que antecede O Senhor dos Anéis. Para além de ter ficado familiarizada com as personagens que surgem na trilogia, de ter percebido como o anel foi parar às mãos de Bilbo e de ter tido um pequeno vislumbre da Terra Média, ter lido O Hobbit fez com que entendesse as diversas referências que a esta história são feitas na trilogia. De outro modo, ter-me-iam passado ao lado, e até se tornou engraçado notá-las. No entanto, notei, n'O Hobbit, uma escrita um bocado estranha e à qual não estava habituada, e isto deixou-me um pouco de pé atrás quanto ao facto de me querer embrenhar n'O Senhor dos Anéis. Mas, assim que comecei a ler as primeiras páginas do primeiro volume da trilogia, fui agradavelmente surpreendida pelo modo como estavam escritas. Foi como se Tolkien tivesse crescido em termos de escrita, mas quem sou eu para o afirmar. Na verdade, acabei por saber que O Hobbit tinha sido escrito especialmente para crianças, e esta deve ser a razão pela qual o modo como está escrito ser diferente do d'O Senhor dos Anéis, que já não era dirigido a um público tão jovem. Também por esta razão, foi bom ter começado a ler os livros por esta ordem, porque, se fosse ao contrário, estaria, agora, chocada.
Se havia outra coisa que me deixava de pé atrás, essa "outra coisa" prende-se com o facto de se tratarem de livros que já contam com umas boas décadas, e, portanto, estava com algum receio do tipo de linguagem que neles estaria empregue. No entanto, fui, mais uma vez, surpreendida pela positiva. A linguagem é completamente acessível, e o modo como está escrito não é nada de outro mundo; aliás, à medida que me embrenhava na história, esquecia por completo a idade dos livros e sentia-me como se estivesse a ler um livro que tinha sido escrito há pouco tempo. Por vezes, os poemas e as canções, que surgiam aqui e ali, eram capazes de me irritar um bocadinho, não só por não gostar de poesia, mas por se ter perdido muito com a tradução (as rimas, por exemplo, deixaram de existir devido à tradução), o que tornava a leitura mais aborrecida, pelo menos para mim. Optava por ler aquilo mais ou menos na diagonal, para não "sofrer" tanto e uma vez que não se perdia grande coisa se não entendesse os poemas - e eu sou péssima a entender e a interpretar poemas. Mas, de um modo geral, estava tudo muito bem escrito e fácil de entender. Alguns diálogos remetiam mais para épocas passadas, mas não tropecei em palavras complicadas, e, tirando isso, foi como se, tal como já disse, estivesse a ler um livro actual.
E uma das coisas que mais gostava de ler eram as descrições dos lugares. As descrições são maravilhosas; fizeram-me imaginar lugares mesmo bonitos. Mesmo que não fossem bonitos, o modo como eram descritos era, por si só, bonito, e isto porque eram, frequentemente, usadas comparações e metáforas nas descrições, que são o suficiente para embelezar um texto.
No que diz respeito à história em si, adorei o primeiro livro. Acho que já disse por aqui no blog que o meu género de livros favorito é precisamente este, em que as personagens têm como missão chegar a determinado lugar mas que, para isso, têm que fazer uma longa viagem, previamente planeada, durante a qual passam por imensos lugares, tão diferentes entre si, conhecem outras personagens e são forçados a superar obstáculos que surgem no caminho. O primeiro volume é aquele que mais aventura traz, e mais aventura significa mais lugares fantásticos e mais peripécias, daí que o tenha adorado completamente. Fiquei fascinada pela história, pelas personagens e pela própria Terra Média, e acho que a coisa terminou mesmo bem, porque o facto de as personagens se terem separado aguçou-me a curiosidade para o que se iria passar com cada uma. 
O segundo volume começou bem por causa disso, pois seguiam-se umas e outras e via-se os seus caminhos a cruzarem-se e descruzarem-se, e dei por mim ansiosa pelo momento em que se reencontrariam. No entanto, a segunda parte deste livro tornou-se aborrecida, uma vez que se concentrava apenas na viagem de Frodo e Sam, não havendo, por isso, mudanças em termos de personagens, de rumos e de objectivos. Esta segunda parte arrastou-se durante algum tempo, e mais aborrecida teria sido se não fosse Gollum, com o qual ainda dava para rir um bocadinho. Contudo, perto do final, a coisa volta a tornar-se interessante. Apesar de tudo, o segundo volume foi o de que menos gostei.
Já o terceiro voltou a ser fantástico. A história desenrolou-se a um ritmo semelhante ao do volume anterior, em que cada capítulo seguia personagens diferentes, uma vez que se haviam separado novamente. Mas foi muito mais entusiasmante do que dantes - ou então era eu que estava mais entusiasmada -, talvez devido à guerra iminente e àquela coisa do E agora? Será que vão mesmo chegar a tempo?. E ler sobre a guerra em si não foi tão monótono e confuso como estava à espera, muito pelo contrário: foi algo dinâmico, uma vez que os pontos de vista mudavam constantemente, e deu para perceber tudo na perfeição. Gostei especialmente dos saltos no tempo, do facto de se voltar ao passado para se perceber como uma outra personagem viveu um mesmo acontecimento já descrito. Até o final foi interessante, porque eu pensava que, depois de cumprida a missão, não aconteceria mais nada, mas eis que fui surpreendida. Fui capaz de prever o derradeiro final através do título do último capítulo; no entanto, gostava de ter sabido mais a respeito do destino de cada personagem. A história mostrou como uma viagem e o acto de se sair da nossa zona de conforto podem mudar uma pessoa para melhor, coisa que já não é novidade nenhuma, por, hoje em dia, se ouvir falar tanto acerca disto, de que a magia acontece fora da nossa zona de conforto. Também este pensamento tão actual fez com que sentisse que estava a ler um livro relativamente recente.
De um modo geral, fiquei encantada. Já há muito que queria ler esta trilogia, e todas as minhas expectativas foram superadas. Adorei, e mal posso esperar por ver, finalmente, os filmes - se bem que já sei que vou chorar por dentro quando acabar o último, por já não ter mais para ver, tal como aconteceu com O Hobbit e com o Harry Potter.
E não posso deixar de terminar este post sem mencionar algo engraçado com o qual me deparei ao longo dos livros. Há uma banda chamada Battlelore - que eu costumava ouvir, mas que, agora, só ouço uma música ou outra -, cujas letras são inspiradas nos livros de Tolkien e fazem, portanto, referências à Terra Média. E foi super engraçado ler determinadas coisas e lembrar-me das músicas deles. Do género: ler Torre da Lua e lembrar-me da música Moontower ou ler Última Aliança e lembrar-me de que têm um álbum chamado The Last Alliance. Mas a melhor teve a ver com: Na Terra de Mordor onde moram as Sombras. Em que a minha reacção foi mesmo esta: Isto em inglês fica "In the land of Mordor where the Shadows lie"... Where the Shadows lie! É o nome de um álbum de Battlelore!. Enfim, só mesmo comigo.

20/07/2015

Esperar é só das piores coisas...

A espera pela resposta da orientadora, no que diz respeito à tese e ao relatório de estágio, está a matar-me. Por este andar, estou a ver que já não entrego as coisas na época normal e que vou ter que entregá-las na de recurso, tal como quase toda a gente. O que não deixa de ser triste, por ter feito as coisas de maneira a ter tudo pronto o quanto antes. E agora, em vez de estar a stressar com a tese em si e com os retoques finais, como vejo que está a acontecer com alguns colegas - que parecem ter estado a dormir durante todo este tempo, mas isso já é problema deles -, estou a stressar à espera de uma resposta. O que também não deixa de ser triste. 
Estou a ver que, da maneira como a professora é picuinhas - razão pela qual a escolhi como orientadora -, é quase certo que vai mandar-me alterar ou corrigir coisas, e lá irei eu corrigir, e lá irei enviar os trabalhos outra vez, e lá irei desesperar pela resposta definitiva para, finalmente, imprimir as coisas e pô-las no correio. Por tudo isto, nunca na vida dará tempo de pôr os trabalhos no correio esta semana. Enfim. Ainda bem que existe uma época de recurso, porque, caso contrário, aí é que estaria a stressar, e bem. Resta-me continuar a esperar - e rezar para que não me peça para modificar muita coisa, porque, sinceramente, já ando um bocadinho cansada de estar constantemente a mexer numa coisa que, a meu ver e na opinião da orientadora de estágio, está óptima.
Entretanto, lá vou enchendo a cabeça com outras coisas e agindo como se estivesse realmente de férias, claro, mas, volta e meia, lá penso nisto.

17/07/2015

Estágio: a retrospectiva

Comecei o estágio sem grandes expectativas. Não sabia o que ia fazer, quanto mais o que queria fazer. Mas foi sempre assim ao longo do curso. Tantas possibilidades, algumas das quais descartei logo à partida por não me despertarem interesse...e eu sempre sem saber o que fazer. Isto é, para que área me debruçar; que área escolher para estagiar e para trabalhar no futuro. Em termos de local de estágio, um hospital era das últimas opções. Passei o curso quase todo a fugir da área clínica, não só por ser aquela a que todos associam um nutricionista e por ser a mais concorrida, mas também porque os meus professores assustavam-me com aquilo que diziam em relação à clínica. Que as pessoas podiam ter várias doenças ao mesmo tempo, que podiam tomar imensa medicação que influenciasse a alimentação de alguma forma, que podiam mentir em relação ao que andavam a comer, e por aí fora. E tudo isto fazia-me pensar: Isto deve ser horrível. Nunca vou conseguir fazer isto. De tal forma que comecei a fugir desta área. Mas depois veio a cadeira de dietoterapia, e eu achei piada à coisa. Ah, olha, afinal a clínica não parece ser assim tão má. Mas continuei sem saber para onde ir, até meter na cabeça que um hospital seria, realmente, a melhor opção. E isto porque dar-me-ia a oportunidade de contactar com diversas áreas. Só assim poderia saber aquilo de que gostava.
Mas não foi muito bom, no início. Nos primeiros dias, sim, pois tinha acabado de chegar e estava ainda a entrar no ritmo e a perceber como as coisas funcionavam, pelo que não era exigido muito de mim. Mas, depois, houve algumas fases menos boas, porque não estava com grande motivação por não perceber o que podia fazer ou o que queriam que fizesse, e elas perceberam-no, perceberam que eu não sabia o que queria e tive alturas em que me passei um bocado, inclusive um dia em que saí de lá com imensa vontade de chorar. Contudo, e por incrível que pareça, uma vez que achei que todo o estágio seria um sacrifício e que não ia correr nada bem, a coisa melhorou. Consideravelmente. E que ninguém me pergunte como, porque nem eu sei responder. Não sei mesmo que raio aconteceu, mas que tudo melhorou, melhorou.
Aprendi imenso, e ganhei conhecimentos que certamente serão bastante úteis no futuro. Compreendi, finalmente, como as coisas funcionam, acabando por perceber que a clínica, afinal, não é tão assustadora como os meus professores pintavam. As coisas são feitas de uma forma extremamente prática, embora um pouco diferente daquilo que aprendi na faculdade, mas é (quase) sempre certo que a prática nada tem a ver com a teoria, o que não quer dizer que, quando trabalhar a sério, não venha a fazer as coisas da forma mais "certinha", ou seja, como aprendi na faculdade. Sim, as pessoas podem mentir e podem desleixar-se completamente, deixando uma pessoa a sentir-se um tanto ou quanto impotente por não saber de que outra forma poderá ajudá-las. Mas, lá está, o nutricionista não faz milagres, estando o sucesso dependente da pessoa. E, se ela mente e se se desleixa, o problema é dela. Vi imensos casos perdidos, em que, de facto, o melhor a fazer era "deixar andar", porque, quero dizer, não vale a pena ser de outra forma. Mas vi, também, vários casos de sucesso. E, ainda, casos chocantes. 
Mas, para além de ter sido um período de crescimento a nível académico, o estágio foi, também, um período de crescimento a nível pessoal. Era impensável para mim chegar junto de uma pessoa desconhecida e começar a falar com ela do nada; era algo que me aterrorizava, acreditem ou não. Contudo, tive que o fazer ao longo do estágio, com os doentes internados, e estava mesmo nervosa da primeira vez que tive que falar com um, mas, depois, a coisa tornou-se tão banal, que, enfim. Ainda para mais, a primeira doente com quem falei só falava inglês (não me perguntem como veio ela parar aqui), por isso comecei mesmo em grande. Consegui superar-me a mim própria ao superar obstáculos como este.
E, ainda, cumpri o meu maior objectivo: descobrir-me. Descobrir aquilo de que gosto nesta área. E pode parecer algo cliché, mas aquilo de que mais gostei ao longo destes meses foi de ajudar. Ganhei gosto em ajudar, no que toca a isto da alimentação. Esclarecer dúvidas, promover a alimentação saudável, explicar o que comer e o que não comer tendo em conta a doença da pessoa e a intervenção cirúrgica a que foi submetida. E ter falado com tanta gente internada fez-me perceber isso, para além de que me sentia útil e de que o meu dia era capaz de melhorar um bocadinho por tudo isto. A princípio, até me sentia um bocado mal, por achar que estava a incomodar os doentes, mas, com o tempo, vi que eram muito poucos os que não tinham paciência para me aturar. A maioria gostava de falar, a ponto de eu ter que ficar junto deles durante imenso tempo para ouvir uma ou outra história ou um ou outro desabafo. Gostei de conhecer doentes simpáticos e que não paravam de dar conversa, cheios de perguntas sobre a alimentação e sobre a sua situação clínica, muito interessados nestas temáticas e determinados a lutar pela sua saúde. Deu gosto conhecer senhores e senhoras que estavam impecáveis com os seus oitentas e tais, completamente orientados e a andarem de um lado para o outro e a fazerem a sua vidinha como se nada fosse (ainda há esperança num envelhecimento saudável e feliz...se bem que não era completamente saudável, uma vez que estavam num hospital e tiveram que ser operados a qualquer coisa, mas, de qualquer das formas, chegar aos oitentas e tais a falar e a andar correctamente já é uma vitória, eu acho). Achei engraçada toda a familiaridade nas enfermarias: saber o nome dos enfermeiros todos e reconhecer os doentes que ainda se mantinham por lá, de tal maneira que decorava os seus nomes, deixando de ser o doente da cama X para passar a ser o senhor não-sei-das-quantas. Achei estranho que me tratassem por doutora algumas vezes, mas, claro, também houve quem dissesse que eu parecia muito nova. E isto já é típico, mas eu até comecei a esmerar-me um bocado desde o início do estágio, precisamente para não ser confundida com uma estudante do liceu que estava num part-time para ganhar uns trocos. Maquilhar-me era impensável para mim, mas lá comecei por esse mesmo motivo - mas nada de especial, apenas base e risco preto, aos quais acrescentava o batom, que, apesar de ser de cieiro (noutras palavras, necessário), tinha um bocadinho de cor -, acabando por perceber que não servia de muito, já que continuavam a dar-me menos idade.
Em suma, ver as coisas de perto, num contexto mais real, tão diferente daquilo que me era transmitido na faculdade, fez com que me descobrisse e com que ganhasse gosto por esta profissão. Agora, não tenho dúvidas de que a área clínica é a minha área de eleição e de que é aquela onde espero vir a trabalhar.
Por tudo isto, hoje terminei o estágio com satisfação, já que todos os objectivos foram cumpridos - e a orientadora local ficou com uma melhor opinião acerca de mim e escreveu-me um parecer todo jeitoso. Aprendi, cresci, evoluí imenso, descobri-me.
E estou de férias, por fim. Aliás, acho que só me vou sentir verdadeiramente de férias quando tiver os trabalhos impressos, encadernados e prontíssimos a seguir por correio (se bem que, depois, ainda tenho o powerpoint da defesa para fazer, mas, não, não vou pensar nisso agora). Por enquanto, ainda estou à espera que a orientadora me dê luz verde para imprimir, uma vez que já está tudo feito. Mas, de qualquer das formas, deixar de ter hora para acordar e hora para ir para a cama faz com tudo seja mais descontraído, mais feliz. E nada melhor para começar as férias do que ter a casa por minha conta esta noite.

15/07/2015

Desafio #18 - dia 4

Uma série que te desiludiu.
Game of Thrones.
E desiludiu-me porquê? Porque toda a gente via esta série, toda a gente gostava desta série...e eu, com as expectativas tão altas por causa das opiniões positivas de toda a gente, resolvi vê-la. Resultado: após cinco episódios, dei por mim a detestá-la. Foi uma desilusão, e juro que não percebi o que a série tinha de especial.
É um aborrecimento total. Não foi daquelas séries em que, depois do primeiro episódio, fiquei completamente agarrada e ansiosa por ver mais. Os episódios eram chatos, davam-me sono, não me cativaram nada, não me deixaram agarrada e não tinham humor nenhum. O quinto episódio, que foi o último a que assisti, começou com um homem a cortar a cabeça a um cavalo, e terminou com outro homem a enfiar um punhal (ou coisa parecida) na cabeça de outro, de uma forma mesmo lenta e nojenta, até atravessar a cabeça do homem e aparecer do outro lado...e isto logo na altura em que já tinha ultrapassado o trauma do cavalo. Chamem-me mariquinhas. Mas eu até nem me importo que cortem cabeças humanas, desde que se veja que o corte é rápido e eficiente. Cortarem cabeças a animais é que já é demais.
Depois disto, não quis ver mais episódios. Está bem, não foi só por causa das matanças nojentas, mas também porque aquilo estava a ser uma seca. Digamos que as matanças nojentas serviram de pretexto para pôr, finalmente, esta série de lado. 
O meu namorado lá continuou a vê-la, e disse que, depois daquele episódio, as coisas deixaram de ser tão secantes, mas eu não quis saber. Até porque é uma série tão, mas tão mainstream, que chega a ser irritante. Toda a gente vê, toda a gente gosta, toda a gente fala bem dela - e aqui estou eu a dizer que é horrível, sem perceber o motivo de tanto sucesso da mesma. De qualquer das formas, geralmente não sou pessoa de gostar de tudo aquilo de que os outros gostam.