30/05/2015

(Quase) de volta

O meu computador continua na mesma - aliás, nunca mais foi ligado desde aquela última vez em que bloqueou passados uns cinco minutos -, mas, felizmente, o meu namorado cedeu-me o seu antigo portátil - que é um pouquinho mais velho do que o meu e está a funcionar muito melhor, bah -, que vou passar a usar enquanto ele não vir o que se passa com o meu e tentar solucioná-lo - vantagens de se namorar com um estudante de informática, eheh. Portanto, seja qual for o desfecho da coisa, não vou ter que comprar um portátil novo, para já. O que é óptimo.
Durante esta semana que passou, um computador fez-me mesmo falta. E, curiosamente, nem sequer foi por causa da tese. É que deu-me uma vontade tão grande de escrever; fiquei tão inspirada, que foi, realmente, frustrante não ter um computador para lá poder depositar tudo o que estava na minha cabeça. Mas, agora que já o tenho, tenciono entreter-me amanhã com isso, e, depois, irei (talvez) partilhar o texto aqui. Hoje, só me apetece estirar-me na cama a ver os últimos episódios de Reign, já que, para variar, passei o dia à volta da tese.
Por isso, estou prestes a regressar em força à blogosfera, da qual tive imensas saudades.
Novidades dos últimos dias: a tese está praticamente pronta e consegui dar um jeito à coisa, de maneira a estar dentro do número limite de páginas (yay!); a Primavera ainda não chegou cá, e, quando parece que já chegou, lá vem o raio da chuva outra vez (ando mesmo farta deste tempinho); eu e o aparelho estamos a dar-nos melhor, embora os dentes da frente continuem ainda muito sensíveis, deixando-me incapaz de comer um pão à dentada; e já não estou tão assustada com a minha cirurgia aos dentes inferiores...ontem falei com o cirurgião e gostei dele, o que já é um bom começo.

25/05/2015

Ponto da situação


Uma tese para terminar e um computador a dar as últimas. O meu computador sempre teve uma pancada estúpida de bloquear de um momento para o outro de vez em quando, mas agora anda a fazê-lo frequentemente, de tal maneira que, da última vez que o liguei, não consegui usá-lo nem durante cinco minutos. É que teve mesmo que ser logo agora; logo agora que tenho aquela porcaria para acabar e quando já não falta muito. É por isso que também não tenho aparecido por aqui, nem visitado blogs, nem deixado comentários. Por enquanto, tenho usado o computador da minha mãe, o que também é chato, uma vez que ela também precisa dele para fazer as suas coisas... Espero bem que o meu tenha solução. Tenho o mais importante guardado, e sei que seis anos e meio já é um bom tempo de vida para um portátil, mas não queria nada ter que comprar um novo. Tenho tudo guardadinho e tudo direitinho no meu, e só de pensar em ter um novo que não tem nada lá dentro e ter que pôr tudo lá outra vez... Só penso em comprar outro se o meu não tiver solução possível. Até lá, bem, lá continuarei afastada daqui - coisa que não me agrada muito, mas pronto...
Em relação aos dentes, a coisa está a melhorar. Devagarinho, mas vai melhorando aos poucos. Pelo menos já não tenho aquela vontade tão grande de querer arrancar o aparelho.

21/05/2015

Dentes, aparelhos e afins #4

Quase oito anos depois de ter tirado o aparelho, eis que voltei a ter um sorriso metálico, por enquanto somente nos dentes superiores. Ainda me estou a habituar. À imagem e às dores. Assim que me vi ao espelho, a primeira coisa que reparei foi que, agora que os dentes chamam muito mais a atenção por terem ferrinhos com elásticos azuis à volta, nota-se muito mais o quanto estão tortos - o que é péssimo; estou com um sorriso bem feio. E, no que diz respeito às dores, não tenho ideia de isto ter sido tão penoso como está a ser agora. Não consigo mastigar e sinto uma pressão horrível, como se tivesse o aparelho de contenção colocado. Sei perfeitamente que é uma questão de hábito - logo eu, que já passei por isto antes -, mas, argh, só me apetece arrancar esta porcaria - como se isso fosse possível... Onde eu me fui meter...

20/05/2015

Acho que a arte irá sempre fazer parte de mim

Ando a precisar de tempo para mim, de tempo para estar sozinha. Uma das razões pelas quais estou ansiosa por terminar o curso é esta. E é, também, uma das razões que me faz não querer tirar um mestrado. Com "ter tempo para mim" não quero dizer apenas descansar e não fazer nenhum o dia todo. Eu tenho hobbies, aliás, sempre tive, e o que agora se passa é que não tenho tempo - e, se o tenho, a cabeça não é muita - para me dedicar a eles. São coisas que me fazem sentir bem e que me fazem esquecer o mundo e os problemas, caso hajam. Mesmo que ninguém ou pouca gente aprecie o que faço, dedico-me a eles de qualquer maneira. Não desenho nem escrevo para os outros; apenas para me agradar a mim mesma, para me sentir bem, para deixar a minha imaginação voar - porque imaginar coisas diferentes sempre me divertiu. Gosto de fazer estas coisas, e gosto de olhar para aquilo que fiz e de me sentir orgulhosa por tê-las feito; de olhar para o que já fiz há uns anos atrás, compará-los com as coisas mais actuais que fiz, aperceber-me da minha evolução e orgulhar-me dela. Desenhar e escrever são coisas que me divertem e que me libertam. Adoro a sensação de usar as minhas mãos para criar coisas. Quem tem hobbies deve compreender. Quem não tem, pode achar que são criancices. Whatever.
A questão é que estas coisas fazem parte de mim desde pequena, e acho que não seria a mesma pessoa se não as tivesse, ou se as deixasse de lado de um momento para o outro só porque cresci e porque passei a ter uma vida profissional (que ainda não tenho). No que depender de mim, estarão sempre presentes na minha vida, mesmo com todas as responsabilidades, todas as obrigações e todos os afazeres do dia-a-dia. Se não, acho que me vou sentir como se faltasse qualquer coisa.
O secundário nunca me impediu de as ter; a universidade também não. Esta fase em que me encontro agora é que, pela primeira vez, anda a impedir-me. Demasiado.
Tenho mesmo tantas saudades de escrever. De desenhar também, mas, principalmente, de escrever. O meu pobre livro não é modificado há mais de um mês, e tudo por culpa da tese e do estágio. Ando cansada, pelo que o tempo livre que tenho é frequentemente passado a ver séries, algo que me faz relaxar e deixar o cérebro em pausa, por um momento. Porque, por mais que eu goste dos meus hobbies, eles obrigam-me a pensar - e isso é óptimo, mas, neste caso... -, e eu, após um dia de trabalho, seja no local de estágio, seja em casa, em torno da tese, quero tudo, excepto voltar a pensar e puxar pela cabeça. Posso vir ao blog de vez em quando escrever qualquer coisa, mas escrever num blog é completamente diferente de escrever uma história, e isto, por esta razão, é incapaz de saciar a minha vontade de escrever. Escrever no blog nem me obriga a pensar muito, na verdade.
Não vejo, por isso, a hora de ter a minha tese e o meu relatório prontos, para que depois, livre de trabalhos de casa e livre de prazos para cumprir, possa, finalmente, dar-me ao luxo de perder horas no meio de palavras, mundos imaginários, traços de lápis e misturas de cores. Só espero poder ter isso: um tempinho para estar sozinha, sem interrupções, sem planos. Sim, há alturas em que preciso mesmo disto. Mesmo que muita gente não compreenda. 

17/05/2015

Facto #27

Todos os fins-de-semana deviam ser de três dias.
Uma semana tem sete dias. Ter quatro dias de trabalho para três de descanso seria bem mais equilibrado do que os tradicionais cinco para dois. E, havendo um maior equilíbrio, todos se sentiriam mais felizes, mais renovados. Falo por mim: tive dois fins-de-semana consecutivos de três dias - a segunda-feira passada foi feriado aqui no lugar onde vivo - e senti-me mesmo assim, muito mais renovada e relaxada do que num fim-de-semana normal, para além de que a semana passou muito mais depressa. E acho que foi isso que me deixou mal habituada...
Felizmente que o próximo fim-de-semana vai ser novamente prolongado - mais um feriado regional na segunda-feira, yeah!