30/04/2015

Mini férias, achava eu...

A esta hora, podia estar toda feliz a caminho de Lisboa...se o voo não tivesse sido cancelado.
Nunca me tinha acontecido isto, e estou, neste momento, a detestar o facto de um avião ser o único meio que me permita sair daqui, de uma ilha (claro que um barco não conta...isto implicaria passar dias em viagem). É que já estava tudo planeado, tudo pronto para dar certo! Andava, já há tanto tempo, a contar os dias para esta viagem, conseguimos bilhetes relativamente baratos, arranjámos umas malinhas pequeninas, ainda no outro dia fui comprar uma embalagem pequenina de líquido para lentes de contacto, hoje até saí mais cedo do estágio, fiquei toda contente quando, lá no estágio, me disseram que não havia problema em tirar uns dias, a casa já estava toda arrumada e já estávamos prontas para sair...e, no fim, foi isto. Ir a Lisboa nem é nada de extraordinário, pois já lá fui tantas vezes, mas andava feliz por saber que ia sair daqui por um bocadinho, quebrar a rotina, desanuviar, fazer coisas diferentes... Agora, parece que só vou voltar a entrar num avião depois de o estágio acabar, lá para meados do Verão. Queria tanto sair um pouco daqui. Fiquei mesmo chateada; detesto que me troquem as voltas e me estraguem os planos desta maneira.
Agora, pronto, este vai ser mais um fim-de-semana passado à volta da tese. Lá fora, chove desde manhã; parece que é Inverno novamente. Tudo isto já cansa. Salva-se o facto de ser fim-de-semana prolongado e de poder dormir mais um pouco.

29/04/2015

Em modo repeat #24

Acho que encontrei a minha música preferida de uma das minhas bandas preferidas. Já a conheço há alguns anos, como não podia deixar de ser, e ela própria já tem mais de dez anos, mas lembrei-me dela, não sei bem porquê, há uns dias atrás. Nunca a tinha ouvido com tanta atenção nem nunca lhe tinha dado grande importância até há bem pouco tempo. Agora, ando viciada nela. A-D-O-R-O.

27/04/2015

Deixem-me em paz. É pelo melhor

Tenho um relatório e uma tese para escrever. Bem que podia ser só um relatório, já que uma tese de licenciatura é algo um bocado estúpido. Estúpido e trabalhoso. É algo que me tem dado imenso trabalho - nunca pensei que desse tanto -, e o pior é que demoro sempre muito tempo a fazer qualquer coisa. Melhor dizendo, passam-se duas, três horas e não fiz lá grande coisa. Mas está a avançar, como é óbvio (que remédio). Ainda este sábado passei todo o dia à volta dela, pois queria mesmo enviar algo de novo à orientadora. Tenho uma reunião com ela na próxima semana, para além de que já não lhe enviava nada há quase um mês, por culpa da preguiça, por um lado, e de ter pensado que teria muito tempo para trabalhar nisso. O relatório, pelo contrário, é algo muito mais simples, que até pode ser feito num dia. Daí não andar muito preocupada com ele.
Tinha acabado de enviar a tese para as orientadoras, quando a orientadora de estágio me responde ao e-mail a dizer para não me esquecer do relatório. E eu detesto quando este tipo de coisas acontece. Detesto que me digam que não me esqueça disto ou daquilo, pensando que não me lembro das coisas ou que estou nas tintas. O que acontece é que eu lembro-me daquilo que tenho que fazer, e, se ainda não fiz alguma coisa, foi porque tive uma boa razão para não o fazer. Mas sei o que tenho que fazer, e, se é para ser feito, vai ser feito; se é para cumprir determinado prazo, esse prazo vai ser cumprido, garantidamente. Não é preciso andarem sempre em cima de mim; aliás, detesto que andem sempre em cima de mim. Sinto demasiada pressão, e nunca trabalhei bem sob pressão.
Não lhe respondi. Ainda não tinha feito nada do relatório, para além da estrutura. E isto porque andei a trabalhar na tese; não posso fazer duas coisas ao mesmo tempo. Mas é óbvio que me lembro que tenho um relatório para fazer; não preciso que me digam, constantemente, para não me esquecer. Mas, lá está, é algo tão rápido de se fazer e tenho até ao fim de Junho para o entregar, e é por isso que não estou lá muito preocupada. E que não percebo o motivo de tantos stresses por causa de ambos os trabalhos. Porque é garantido que vão ficar ambos feitos até ao final de Junho, pensem elas o que quiserem - sim, porque, com este tipo de conversa, parece que pensam que não ando a fazer nada.
Hoje de manhã, no estágio, estava sem nada para fazer e resolvi, então, começar o relatório. Em menos de duas horas, fiz o que me foi possível fazer - é claro que não consigo escrever um relatório completo quando o estágio ainda vai a meio, não é? -, e, à tarde, mostrei-o à orientadora. Sem nunca mencionar o facto de ter feito aquilo tudo naquele mesmo dia, claro. Corrigiu o que tinha a corrigir e depois disse algo do tipo Muito bem. Está avançado. Ora toma. Espero que agora acredite que, quando for para fazer alguma coisa, eu faço mesmo. Rápida e eficientemente.

24/04/2015

Desafio #18 - dia 1

Uma série que nunca devia ter sido cancelada.
FlashForward.

Para mim, uma das melhores séries de sempre. Começa com algo que fica conhecido como o apagão, em que toda a população mundial desmaia exactamente ao mesmo tempo, e assim fica durante dois minutos e dezassete segundos. Neste breve período de tempo, todas as pessoas têm a oportunidade de ver o que lhes vai acontecer dali a seis meses. A série gira em torno disso mesmo: saber como aconteceu o apagão, o que o provocou, se vai acontecer de novo. E se aquilo que cada um viu durante o mesmo vai, de facto, acontecer.
A série foi exibida no AXN em 2009, pouquíssimo tempo depois de estrear nos Estados Unidos. Lembro-me que andava sempre ansiosa pelo dia da série, porque, sempre que terminava um episódio, eu queria ver mais. Acabavam sempre de tal maneira, que esperar pelo episódio seguinte conseguia ser uma tortura, já que o rumo das coisas mudava rapidamente e deixava-me bastante curiosa, com cada vez mais vontade de perceber o que tinha acontecido. Muito misteriosa, muito cativante, muito viciante e com muita ficção científica, assim era esta série. Para além de que era tão original, que achei que era uma excelente aposta e que foi um erro crasso terem acabado com ela. Tive mesmo imensa pena que a tivessem cancelado, principalmente porque terminou da forma como terminou: da mesma forma como terminavam todos os outros episódios, aquela forma característica em que todo o rumo da história se alterava em poucos segundos e me deixava completamente ansiosa pelo próximo capítulo.

23/04/2015

Desafio #18

Já vi o desafio das séries a circular por aí e fiquei com vontade de o fazer, não só por adorar ver séries - mais do que filmes! -, mas por achá-lo bastante engraçado. Por isso, resolvi trazê-lo aqui para o blog, com a diferença de que não irei responder às perguntas em dias seguidos, como seria suposto, mas sim quando entender. Para além disso, vou "contornar" o desafio original e encurtá-lo um pouco. O original consiste em trinta perguntas, coisa que eu acho um exagero e que serve para se perder a paciência rapidamente, para além de que não saberia como responder a algumas delas.

Como tal, aqui fica o "meu" desafio das séries:

Dia 1 - Uma série que nunca devia ter sido cancelada
Dia 2 - Uma série que gostavas que mais pessoas vissem
Dia 3 - Uma série que pensaste que não ias gostar, mas que acabaste por adorar
Dia 4 - Uma série que te desiludiu
Dia 5 - Série de infância favorita
Dia 6 - O teu guilty pleasure
Dia 7 - Melhor abertura
Dia 8 - Melhor elenco
Dia 9 - Melhor citação
Dia 10 - Uma série que planeias começar a ver
Dia 11 - Final de temporada OMG WTF?
Dia 12 - Primeira obsessão
Dia 13 - Obsessão actual
Dia 14 - A morte mais triste

A resposta ao dia 1 sai já amanhã.