Primeira descoberta musical do ano - obrigada, Facebook, às vezes até serves para algumas coisas...
09/01/2015
08/01/2015
Está tudo tão crescido...
Eu e o meu namorado fomos convidados para o casamento de um casal nosso conhecido, e a minha primeira reacção ao ver o convite foi partir-me a rir por não ter estado nada à espera daquilo - nenhum dos membros desse casal estava à minha frente na altura, porque, caso estivesse, teria aguentado esse ataque súbito.
Ora, e eu não estava nada à espera daquilo porque, simplesmente, é estranho conceber esta ideia de pessoas que conhecemos na escola estarem, de repente, a casarem-se. O facto de os ter conhecido na escola faz com que me lembre deles com aquela idade que tinham quando ainda estavam na escola. É estranho pensar como crescem tanto e tão depressa a ponto de se virem a casar. Parece-me uma coisa tão..."adulta". Se bem que um dos membros desse casal é alguns anos mais velho do que eu. O outro - a rapariga - deve ser pela minha idade. E se eu, tendo vinte e dois anos, não me imagino casada, também não consigo imaginar qualquer outra rapariga de vinte e dois anos casada.
Como se esta não bastasse, há um outro casal nosso conhecido que está à espera de bebé. Portanto, conheço uma rapariga de vinte e dois anos grávida, e uma outra de vinte e dois anos - não sei ao certo a idade dela, mas deve ser por aí - que se vai casar. E imaginar-me em qualquer uma destas situações é ridículo, no mínimo.
Mas, vendo bem, parece que sou eu que não cresço. Não me imagino nessas coisas tão "adultas" porque ainda não entrei em algo que se assemelhe à chamada "vida adulta". Ainda estudo, e sempre o fiz durante toda a vida; talvez seja por isso que ainda me considere nova demais para este tipo de coisa. Este casal que nos convidou começou a namorar pouco depois de nós e só a rapariga é que está a acabar de estudar. Por isso, está bem. Talvez já estejam mais dentro da "fase adulta" do que nós por causa de tudo isto - por a rapariga estar a acabar de estudar e por o rapaz ser um pouco mais velho e já não estudar e ter a vidinha encaminhada.
Já eu e o meu namorado, credo, quase nem dá para imaginar isto dos casamentos em relação a nós. Parecemos ser tão novos, não apenas em termos de aparência, mas, por vezes, em termos mentais também. É como se tivéssemos parado algures no tempo. Foi algo desse género que lhe disse para explicar a minha infeliz reacção, que não consegui controlar. Ele diz que isso de parecermos mais novos é bom, e, honestamente, eu também acho. Não tenho qualquer pressa em entrar na "vida adulta". Tenho pressa em terminar o curso, começar a trabalhar e ter a minha própria casa, sim, mas isto é algo que nem considero "vida adulta". Para mim, a "vida adulta" começa quando duas pessoas se casam, têm filhos e vivem em função da rotina e/ou da família que acabaram por constituir. E eu, uma vez que não quero filhos e não tenho propriamente o sonho de usar um vestido de noiva, espero, no que depender de mim e quando acabar de estudar, ter imensos "anos de jovem" para gozar.
Com isto, não critico quem decide casar-se ou ter filhos tão cedo. Apenas acho que são passos tão grandes para se dar, e é por serem tão grandes e tão "adultos" que me parecem estar tão fora do meu alcance. Porque sinto que parei algures no tempo. Que ainda não tenho idade ou mentalidade para isso. Vai-se lá perceber porquê. Não invejo quem escolhe crescer tão depressa, contudo.
05/01/2015
03/01/2015
Foram umas "férias" como as do ano passado
Algumas fotografias do meu Natal.
E eu a pensar que, com um calendário de exames melhor do que o do ano passado, ia conseguir ter umas férias mais calmas e com algum descanso... Quando, afinal, foi tudo tal e qual ao ano passado. Os meus dias destas últimas duas semanas basearam-se em acordar-comer-estudar-comer-estudar-comer-estudar-arranjar-me para algum jantar-dormir. De tal maneira que fiquei cansada de jantares - depois do Natal, já é comum fazerem-se jantares de família em casa de um e de outro - e de ter que sair de casa depois de um dia de estudo, quando aquilo que realmente me apetecia era continuar de pijamas e ir enroscar-me no sofá a descansar. Como acordava sempre cedo, assim que chegava a casa, vinda dos jantares, não conseguia fazer outra coisa senão dormir. Foi por isso que, durante estes últimos dias, não consegui meter aqui os pés. Não consegui vir aqui falar sobre o Natal, pelo que apenas deixo algumas fotografias para ilustrar o post, nem vir aqui fazer um balanço do ano que ainda agora terminou. Mas, para isto, ainda não vou muito atrasada, pelo que isto será assunto para o próximo post.
Em relação às minhas "férias", foi isto. Um inferno. Dias iguais aos outros, em que uma pessoa nem sequer consegue aproveitar nada. Para além do estudo e dos jantares de família, fui ao cinema ver o último filme d'O Hobbit - gostei tanto! Mas foi mais uma saga que terminou...snif... -, e, em casa, vi, finalmente, o Frozen, que já queria ver desde a altura em que saiu, mas que só agora consegui ver - e gostei tanto também! Pudera...é Disney e basta.
O Natal foi óptimo, como sempre. E foi das poucas alturas em que me dei ao luxo de não estudar e em que não pensei nos exames ou na faculdade. Acho que nunca tinha recebido tantos livros juntos - o melhor do meu montinho de presentes foram mesmo os livros. Tenho muito com que me entreter, em termos de leituras, nos próximos tempos, já que, a juntar aos que recebi, tenho ainda um que trouxe da última Feira do Livro do Porto e o segundo e terceiro volumes d'O Senhor dos Anéis que o namorado me emprestou. Consegui acabar o livro que estava a ler; só me faltavam umas dez páginas, pelo que também me dei ao luxo de não estudar no primeiro dia do ano para acabar de ler o livro e não ter que o trazer de volta para o Porto. Daí que tenho vários livros pela frente. O problema é que só posso começar a pensar em pegar nalgum deles depois dos exames.
Ah, o raio dos exames! As minhas "férias" foram passadas à volta deles, e os próximos dias irão pelo mesmo caminho. Só daqui a vinte dias irei livrar-me deles. Mesmo que não pareça muito, a verdade é que o tempo nestas alturas passa sempre demasiado devagar. Aquilo que me anima no meio disto tudo é saber que o próximo ano já não vai ser assim. Esta será a minha última época de exames - deste curso, pelo menos -, pelo que tudo irá ser diferente quando isto acabar.
24/12/2014
Perguntinhas #11 - A Very Bloggy Christmas
Regras:
1. Agradecer ao blog que te nomeou
2. Responder às 12 perguntas
3. Nomear 12 blogs para responderem à TAG
Obrigada à Violet do blog How Many Special People Change? por se ter lembrado de mim!
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