03/12/2012

Selo #8

Oferecido pela Teaser. Mais uma vez, obrigada!


1 - Dizer quem criou o selo e "linkar" o seu nome.
O blog já não existe...

2 - Responder ás seguintes perguntas:
Uma coisa que digas ou que irás dizer e que é mesmo séria: Gosto muito de ti (ou qualquer outra coisa que o valha, pois frases como esta não saem de mim tão facilmente)
Uma música da Avril Lavigne:  I'm with you (para mim, a melhor, apesar de não ser fã dela)
Uma coisa que odeies: solidão
Uma frase: Pessoas quietas possuem as mentes mais barulhentas (ahah, so me!)
Um ditado: Antes só que mal acompanhada
Um verbo: sonhar
Uma fruta: ananás
Uma palavra: chocolate :P

3 - Oferecer o selinho a 5 blogues e avisá-los:


02/12/2012

Esta semana espera-me...


- um relatório idiota para ser feito - e que eu espero que não seja um stress
- a apresentação de um trabalho num auditório enorme (medo)
- a apresentação de outro para um público mais reduzido
- um seminário, cuja inscrição ainda não tratei, que me vai ocupar o dia inteiro - boa desculpa para não ir às aulas! Vá, eu quero ir porque parece interessante...
- mais uma ou outra tarde a estudar em cafés...ou não.
E este último ponto porquê? Porque hoje fui estudar para um café - pronto, não foi realmente estudar, foi começar a olhar para uma sebenta que já tenho para aqui há muito tempo - e nem imaginam o quão bem isso me soube. Estava já farta de estar em casa, e sabia que, se ficasse, não teria pegado naquela sebenta e passaria o dia a olhar para as paredes, por isso, lá fui eu, sozinha, claro, já que ao fim-de-semana toda a gente foge para as respectivas terrinhas. Isto por estes lados estava mesmo calmo, com tão pouco movimento, e soube-me mesmo bem estar num sítio diferente, a lanchar e a ler a sebenta, concentrada e sem dar pelo tempo a passar. Até voltar para casa, num passo lento, com aquele ar fresco na cara e com os auriculares nos ouvidos me soube bem. Se fosse rica, ia todos os dias a um café, ahah. Só veio um pequeno sentimento de culpa, do Por que é que não comecei a ler a sebenta mais cedo?. Mas não faz mal, hei-de ter tempo de o fazer. 
E o fim-de-semana que vem é o útlimo do semestre...que espectáculo!
Oh, acreditem ou não, estou como uma parvinha com um desenho que fiz ontem. Achei que não tinha ficado nada de especial, mas hoje acrescentei-lhe um "truque à Tim Burton" e deu-lhe logo outro ar; acho que está fofíssimo - mas faz-me lembrar um bocado a Sally do Nightmare Before Christmas, o que não era suposto - e não consigo parar de olhar para ele. Fico muitas vezes assim, tipo pitinha histérica, quando faço algo do qual me consigo orgulhar. É um sentimento estranho que não consigo descrever.

01/12/2012

Mazinha? Nahh...


É isso que faço quando vejo uma pessoa indesejada. Uma pessoa que gostava de não ver mais nenhuma vez, que não marcou a minha vida, com a qual não quero ter nada a ver. Por vezes, para além de não dizer nada, viro costas ou vou para outro lado. De qualquer maneira, essas mesmas pessoas também não me dizem nada. Não querem ter nada a ver comigo, tal como eu não quero ter nada a ver com elas. Por isso, acho que estamos quites.

Trocada - Amanda Hocking

Acabei hoje de ler este livro, que comprei há uns meses atrás e que parecia ser algo brilhante.
Uma sinopse muito resumida: uma rapariga é quase assassinada pela própria mãe, mãe esta que sempre esteve convencida de que aquela miúda não era sua filha, que era um monstro. A mulher, apesar de louca, acaba por ter uma certa razão, pois a rapariga, uns anos mais tarde, descobre, por intermédio de um rapaz misterioso e de ar sombrio - claro, não podia faltar este ingrediente num livro de hoje em dia, não é... -, que foi trocada à nascença por outra criança, de forma a ter a melhor infância possível para, quando mais velha, regressar ao seu verdadeiro lar, para onde o rapaz a deve levar. E este lar é um reino habitado por criaturas chamadas Trylle, coisa que, claro está, a rapariga também é. O restante livro - ou melhor, a maior parte dele - desenrola a nova vida da rapariga naquele lugar, especialmente o seu processo de adaptação e afins - não vou contar a história toda, não é?
O que me chamou a atenção no livro foi a capa. A capa vermelha com campo florido destacava-se naquela prateleira de livros escuros. Depois, a sinopse pareceu interessante. A história da escritora também me cativou de certo modo. Como se isso não bastasse, a crítica da New York Times, escarrapachada na capa, foi outro motivo para achar que o livro seria realmente bom, uma vez que comparava a autora a Stephenie Meyer e a J. K. Rowling, de quem sou fã.
Achei que essas comparações não foram dignas. Está bem, a autora criou um universo diferente e tal. Mas, em termos de escrita, não se compara às outras duas. O livro devia ter sido mais trabalhado. Há cenas que acontecem depressa demais. Logo no início, as coisas deveriam ter sido mais demoradas, pois logo na primeira página ela diz que todos os colegas a ignoram à excepção do rapaz sombrio, que está sempre de olhos fixos nela, e, na página a seguir, já estão a falar um com o outro, e, mais à frente, estão juntos a dançar no baile da escola, como se já se conhecessem e falassem um com o outro há imenso tempo. Como esta, temos a parte final e outras cenas pelo meio, para além de terem havido algumas confusões com os tempos verbais e com alguns advérbios (por exemplo, era utilizado o aqui em vez do ali, e isso, a meu ver, não fica bem numa narração, apenas num diálogo). 
A história é engraçada, mas não é nada assim do outro mundo. Por causa das críticas e do número de vendas e tal, estava realmente à espera de uma coisa mesmo UAU!, mas tal não se verificou. Não houveram uaus da minha parte, mas confesso que gostei muito da descrição do reino dos Trylle e da casa em que a protagonista passa a viver. Já o início é bastante aborrecido e passa-se de forma muito rápida, coisa que não me agradou e que até me fez pensar em pôr o livro de lado. Lá mais para a frente, quando ela é levada para o reino Trylle com o rapazito misterioso, é que a coisa começa a ficar interessante.
Sinceramente, não sei dizer bem se gostei ou não, por causa dos pontos negativos que já referi e por ter estado à espera de mais, e até estou sem saber se arrisco comprar o segundo volume da trilogia.

Dezembro


Finalmente entramos no mês mágico do ano e num dos meses de felicidade para mim. As aulas estão a acabar e o regresso a casa aproxima-se cada vez mais. Estou mesmo ansiosa por voltar a ver toda a gente e, claro, pelo Natal. Dezembro só tem o lado terrível de ser o mês que antecede os exames...mas nem quero pensar nisso, pois só me interessa o fim das aulas e consequente partida deste lugar. Agora sim, já está mais do que na altura de fazer a contagem decrescente. Treze dias... :D