Encontrem-me aqui.
Mostrar mensagens com a etiqueta Blog(osfera). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Blog(osfera). Mostrar todas as mensagens
01/07/2018
13/09/2016
Não, ainda não morri
Em:
Blog(osfera),
Dia-a-dia
Não me esqueci que tenho um blog. Mas a vontade de cá vir tem sido mesmo pouca. Para além de andar com imensa coisa em que pensar, este Verão acabou por trazer programas tão apelativos e inesperados que me fizeram ficar longe do computador durante, praticamente, todos os dias - e devo dizer que passar várias horas, no estágio, a olhar para o computador retira-me por completo a vontade de voltar a olhar para ele quando chego a casa. No entanto, às vezes penso em voltar. Em dizer como as coisas estão melhores desde a última publicação que aqui escrevi - a sério, parece que, quem aqui chega, pensa que ainda ando naquela fase meia deprimente quando isso já não é verdade. E, para além disso, penso em vir falar de coisas boas. Por exemplo, sobre o maravilhoso primeiro livro de Patrick Rothfuss que terminei há umas semanas atrás ou sobre o lindo concerto dos Nightwish da semana passada que me deixou de coração cheio. Espero, daqui a uns dias, ter a mesma vontade e a mesma alegria de outrora de vir aqui escrever. Por agora, só queria dizer que não me esqueci deste cantinho e que não o abandonarei tão cedo. Bem, pelo menos não o abandonarei sem uma palavra.
21/04/2016
O que se conta?
Em:
Blog(osfera),
Concertos,
Dia-a-dia,
Estágio,
Mixórdia
- Não tenho andado com grande paciência para o blog, e isto porque noto a blogosfera cada vez mais morta. Continua a chatear-me escrever para o boneco. É por isso que não tenho escrito posts que já estão na minha cabeça há tanto tempo. Sinto que vou estar a gastar tempo e esforço para, no fim, não vir a receber feedback algum. O que mais me chateia no meio disto tudo é que se fosse uma blogger dita "popular" a escrever um post do mesmo género daqueles que escrevo ou posso vir a escrever, o post da dita blogger estaria recheadinho de comentários. Mas, como sou eu...;
- O estágio anda a correr cada vez melhor; cada vez me sinto mais à vontade e mais integrada no meio de toda a gente, para além de que sinto que estou a fazer algo de útil e sinto-me bem mais proactiva do que durante o estágio curricular, no que diz respeito a dar novas ideias e sugestões de melhoria, que têm sido bem aceites;
- Contudo, o raio da Ordem ainda não me disse se aprovou ou não o meu projecto de estágio. Já andam nisto há meses, e eu estou mesmo inquieta para saber o veredito;
- E, por falar no estágio, adoro a liberdade que me dão lá. Logo na primeira reunião que tive, ainda antes de ter começado a trabalhar, disseram-me que eu estaria por minha conta. Que não se importavam com o horário que fizesse, se trabalhasse lá ou em casa, entre outros que tais, desde que, no fim, o trabalho estivesse feito. Fiquei entusiasmada com isso, embora um pouco de pé atrás por achar que era algo demasiado bom para ser verdade. Mas, recentemente, voltaram a referir a mesma coisa e a dizer que estou por minha conta, e eu acho isto fantástico. É algo que se devia aplicar a qualquer trabalho, na minha opinião;
- Estou contente por ter criado uma conta no Instagram. Estou a adorar aquilo e é como se me sentisse mais próxima de toda a gente. Sinto, ainda, que posso publicar as fotos mais parvas sem que ninguém venha com boquinhas, revire os olhos ou diga a si mesmo que estou só a fazer inveja aos outros, como acontece no Facebook (eu faço estas coisas muitas vezes, quando vejo determinadas fotos ou estados no Facebook);
- Ando farta deste tempinho. Nem sequer é da chuva e do tempo instável; é do frio. Anda a irritar-me ainda sentir frio em finais de Abril. Estou farta de mantinhas, de cházinhos, dos mesmos pijamas quentes e de vestir as mesmas roupas desde Dezembro. Agora devo estar a parecer a gaja mais fútil à face da Terra, mas que atire a primeira pedra quem nunca se fartou de vestir sempre a mesma coisa durante meses a fio;
- Cada vez gosto mais de ter um carro. É tão bom sair do trabalho e não ter que esperar por uma boleia ou por um transporte público, e é tão bom meter-me em casa - ou noutro sítio qualquer que me apeteça ir - num instantinho. É cá uma sensação de independência...;
- Vou ao concerto de Iron Maiden e ainda mal consigo acreditar. Não parava de pensar nisso e andava sempre sem saber se ia ou não ia, mas, finalmente, decidi-me. Ainda para mais, vou ter companhia e não tenho que pagar alojamento; acho que não podia pedir mais. A vida são dois dias - foi essa a mensagem que tentei passar no post de há uns dias atrás, embora me tivesse parecido que pouca gente o entendeu -, e tenho quase a certeza de que me iria arrepender se não fosse. Lá vou eu mudar de ares e divertir-me à grande, para variar;
- Está a dar-me uma constante vontade de sair daqui, principalmente aos fins-de-semana. Há fins-de-semana em que só me apetece adormecer para o mundo e ficar em casa de pijamas armada em lontra, mas há outros em que fico um bocado irrequieta por andar farta de aqui estar. Cada vez mais sinto que esta terra é sempre a mesma coisa, que nada acontece e que não há nada para fazer. Sinceramente, já não sei onde vou querer viver quando já estiver a trabalhar e quando puder sustentar-me a mim própria. Toda a gente continua a perguntar-me isso, mas eu continuo sem saber responder, uma vez que todos os lugares têm as suas vantagens e desvantagens;
- Felizmente, vou aproveitar um fim-de-semana prolongado para sair daqui e ir arejar a cabeça, e não podia estar mais contente.
24/02/2016
Cinco anos de blog
Foi há precisamente cinco anos que resolvi criar este blog. Este blog que surgiu por impulso, apenas por ter sentido saudades deste mundo, se bem que, na altura, não havia toda esta interacção que hoje existe. E que, por ter surgido por impulso, não fazia ideia daquilo que iria publicar, muito menos que iria mantê-lo durante todo este tempo. De início, achei que queria isto apenas para poder desabafar através de um teclado quando as coisas não estivessem muito bem. Mas rapidamente vim a descobrir que há muito mais do que escrever para além de desabafos, e, com isto, ganhei o gosto pela partilha de tudo e mais alguma coisa: de sonhos, de gostos, de experiências, de coisas sobre mim mesma. Quando pensava que iria fartar-me disto e que só ia escrever umas poucas dezenas de publicações por não acontecer nada de interessante no meu dia-a-dia, eis que me mantive minimamente activa por estas bandas durante os últimos cinco anos e que publiquei mais de mil mensagens acerca de temas tão diversos. Tive a minha dose de comentários nojentos por parte de anónimos e tive alturas em que me senti perseguida por determinadas pessoas, mas sem dúvida que os aspectos positivos de tudo isto de ser blogger se sobrepõem aos negativos. A partilha, a interacção, o encontrar pessoas parecidas connosco, o apoio, o sentimento de que não somos os únicos, enfim, tudo o que a blogosfera tem de bom é indescritível e impagável. Obrigada a quem me lê e a quem aqui deixa as suas palavras, pois, se não fosse isso, provavelmente não teria permanecido aqui durante muito tempo - embora me pareça que isto está a ficar demasiado morto para meu gosto e que estou a voltar à fase de "escrever para o boneco", mas pronto. Apesar disso, já registei tanto de mim aqui, que deixar de escrever neste espaço de um momento para o outro é algo que, a meu ver, não faz sentido. Não me imagino sem isto; imagino-me, antes, a continuar a registar momentos, ideias, sonhos, opiniões e pensamentos ao longo dos próximos anos, e vir aqui recordá-los no futuro.
Um dos meus próximos "projectos" a nível do blog, para além da publicação de todos os outros posts que tenho em mente, passa por dar-lhe um novo visual, já que não altero este design há anos - sim, não é um exagero, é mesmo no sentido literal. Gostava de conseguir fazer um desenho giro para pôr no cabeçalho. Hei-de tratar disso.
Um dos meus próximos "projectos" a nível do blog, para além da publicação de todos os outros posts que tenho em mente, passa por dar-lhe um novo visual, já que não altero este design há anos - sim, não é um exagero, é mesmo no sentido literal. Gostava de conseguir fazer um desenho giro para pôr no cabeçalho. Hei-de tratar disso.
12/01/2016
08/10/2015
Facto #33
Em:
Blog(osfera),
Factos
O número de visitas que o blog recebe diariamente não reflecte, de todo, o número de comentários que recebo. Costumo ter mais de quarenta visualizações por dia - por vezes, até ultrapasso as cem -, vai-se lá saber como ou porquê, ao passo que só recebo uma meia-dúzia de comentários nas publicações. Das duas, uma: ou existem muitos stalkers por aí, ou não escrevo nada de jeito. Ou, talvez, aconteçam ambas as coisas.
Claro que não faço as publicações a pensar nos outros, naquilo que vão dizer ou no número de comentários que posso vir a receber, mas também não gosto nada de escrever para o boneco.
04/04/2015
Actualização
Em:
Blog(osfera),
Dia-a-dia,
Estágio
Neste momento, estou a meio de umas mini-férias. Na quinta-feira, trabalhei metade do dia, e agora só lá volto na terça. E eu ainda dizia que preferia não tirar "dias de folga" e fazer o estágio todo seguidinho para acabar mais cedo... A verdade é que estes diazinhos estão a saber mesmo bem para dormir mais um pouco e descansar a cabeça - ainda para mais nesta altura, que esta semana não correu lá muito bem. Para além disso, já sei que o estágio vai acabar uma semana mais cedo do que o previsto, e até já estive a fazer contas no que diz respeito ao número de horas que faltam. Ainda vou poder tirar mais dois dias de folga, assim sendo.
Bem sei que não tenho vindo cá e que pouco escrevo para além de queixas do meu dia-a-dia. A verdade é que, para além de já estar farta de falar - e mesmo de pensar - sobre o estágio, que continua na mesma, tenho tido ideias para novas publicações, mas a falta de privacidade - e, por vezes, de paciência também, já que, muitas das vezes, nem paciência tenho para ligar o computador - impede-me de ser mais assídua. E, se isto já é complicado em dias normais, em dias de férias é ainda pior. Principalmente porque tenho a minha irmã e o meu namorado cá, pelo que a maior parte do tempo é passada com um ou com outro, ou com a família toda.
Mas há dias em que sinto uma certa saudade disto. Espero voltar a ser mais activa por estas bandas, como dantes. Não gostava nada que isto morresse.
28/02/2015
Sobre o meu mês de Fevereiro
Em:
Blog(osfera),
Estágio,
Faculdade,
Férias
A perda da minha avó, uma das pessoas que mais adorava na família, deixou-me devastada. Tive que voltar a casa. Foram dias negros, pesados e de muitas lágrimas, em que as horas passaram mais devagar do que nunca. Mas a vida teve que continuar.
Mesmo depois de o choque passar e de as coisas acalmarem, continuei a deixar o blog em suspenso. Andei cheia de coisas para fazer, para além de que, sinceramente, nem sequer senti vontade de cá vir. Até nestes últimos dias nem tenho tido grande vontade para cá vir. Tenho optado por gastar o meu tempo noutras coisas para além de ler blogs, e, nos últimos dias, senti isto um pouco morto e foram raros os posts em que me apeteceu deixar um comentário. Há alturas em que isto consegue cansar-me. Acho que não virei cá com tanta frequência tão cedo, até porque vou ter outras coisas para fazer e outras nas quais prefiro focar-me.
De qualquer maneira, e continuando o meu relato... Tive que regressar ao Porto para encaixotar toda a minha tralha e devolver a chave do apartamento. A minha mãe foi comigo, o que foi uma grande ajuda. Arrumámos tudo num instante e ainda tivemos tempo de dar uma volta no centro comercial. Mas foi só. Dois dias depois, teve que se ir embora para não continuar a faltar ao trabalho, e eu também tive que me ir embora, uma vez que já estava tudo arrumado. Tive pena de não ter conseguido despedir-me do Porto como devia ser: dar uma volta pela baixa, ir a mais um ou outro sítio, comer um lanchinho gostoso no Moustache... Espero voltar lá um dia. Já soube que não tenho necessariamente que ir ao Porto para entregar o trabalho final do curso e que o posso enviar por correio, mas, aqui entre nós, preferia que me tivessem dito que era obrigatório entregá-lo presencialmente...porque ao menos tinha uma desculpa para lá voltar. Mas talvez vá mesmo lá entregá-lo...quem sabe.
Tinha pensado passar uns dias em Lisboa antes de voltar de vez para casa, mas, com tudo o que aconteceu, fiquei um bocado reticente. Mas a minha mãe disse que era algo que me faria bem, pelo que acabei por ir.
Fiquei em casa da minha irmã, e depois em casa do meu namorado. Dias de descanso, finalmente, depois de tantos dias enfiada em casa a estudar. Soube que passei a todos os exames na época normal - e com as melhores notas de sempre - e escolhi o tema do trabalho final do curso. E é muito giro. Uma das coisas que mais me fascina na área da nutrição é a possibilidade de se reverter uma doença ou de proteger o organismo de uma doença através dos alimentos, sem necessidade de se recorrer a fármacos. Mas, mais do que saber que determinado alimento pode combater determinada doença, gosto de saber o porquê ou o como de isto acontecer. Isto é, o que é que determinado alimento tem e de que forma é que aqueles compostos interagem com o nosso corpo de forma a combater uma doença. A minha orientadora disse-me que o mais importante era que eu escrevesse sobre algo de que gostasse, pelo que estou mesmo contente com o meu tema (que, para já, não vou revelar). Perdi um dia de férias a pesquisar artigos para o trabalho, e, quanto mais pesquisava, para além de mais coisas encontrar, mais entusiasmada ficava com o assunto. Olhando para trás, ainda bem que perdi esse dia, pois, se ainda não tivesse feito a pesquisa por esta altura, estávamos mal.
As férias não foram nada de extraordinário, exceptuando os dias que eu e o namorado fomos passar a Coimbra. Foi muito bom mudar de ares, desanuviar e conhecer um lugar novo. Só tenho pena que não tivéssemos feito isto mais vezes.
Depois, foi altura de voltar a casa. Já comecei o estágio, e, até agora, até estou a gostar. Tenho alguns tempos mortos que são um bocado aborrecidos, mas aproveito-os para ler alguns artigos que encontrei para o trabalho final, para tentar adiantar alguma coisa. Mas o estágio em si está a correr bem; não sei porquê, tinha uma ideia diferente daquilo que iria fazer, pelo que está a superar as minhas expectativas (pelo menos por agora; esperemos que não piore). E como é bom não ter aulas nem coisas para estudar! O problema é que tenho chegado a casa sempre um bocado cansada e sem vontade de fazer nada, até porque chego a uma hora à qual a minha cabeça já não funciona (perto das cinco da tarde), pelo que trabalhar na tese depois de chegar a casa é algo no qual nem sequer penso. E eu que queria voltar a praticar natação...estou a ver que não vai ser desta, até porque os horários das piscinas no que toca a natação livre são péssimos.
E fico por aqui no que toca a actualizações. Acho que vou passar a levar este blog mais na desportiva, sem dar grande importância ao facto de receber ou não receber comentários e a passar a vir cá somente quando me apetecer - tal como fazia nos meus primeiros tempos como blogger. Não que isto fosse uma obrigação, mas costumava cá vir todos os dias, nem que fosse só para ler o que se andasse a passar. Agora, bem, isto ficará lá para segundo ou terceiro ou quarto plano.
14/01/2015
Facto #26
Em:
Blog(osfera),
Factos
Às vezes penso em alterar o meu username.
Quando escolhi este username, nem sequer pensei muito no assunto. Ice Queen é o nome de uma música de uma das minhas bandas favoritas de sempre, Within Temptation, que, apesar de não ser uma das melhores músicas deles, achei que se enquadrava bem como username. Não pensei na conotação negativa a que pudesse estar associado, por exemplo. Só um pouco mais tarde. E, nessa altura, até pensei que talvez não tivesse feito uma má escolha, já que não sou propriamente uma pessoa calorosa e sensível e que parecem olhar para mim como se fosse fria, distante e não quisesse ninguém por perto. Okay, isto às vezes acontece - toda a gente tem dias maus em que não quer aturar ninguém. Mas, mesmo assim...não sou a pessoa mais insensível à face da Terra, nem a mais seja-o-que-for a que este username possa estar associado. Enquanto, por um lado, é um nome que mais ninguém usa - pelo menos que eu saiba -, coisa que me agrada, por outro, bem, atrevo-me a dizer que não é um nome com o qual me identifique muito actualmente e um nome que parece querer afastar toda a gente - excepto quem é fã de Within Temptation -, transmitindo, logo à partida, uma imagem não muito boa de mim mesma.
Não me parece, contudo, que faça sentido alterá-lo. Porque, sei lá, toda a gente ia ficar confusa, para além de que já criei certas ligações sob este nome e já o associam a este blog...
14/10/2014
O que se conta
Em:
Blog(osfera),
Desabafos,
Faculdade
Hoje tinha várias coisas para fazer em termos de trabalhos, mas, felizmente, consegui fazê-las todas. Quer dizer, mais ou menos. Não sei se, mais tarde, alguns colegas de grupo irão chatear-me e obrigar-me a alterar certas coisas. Já hoje isso aconteceu, e só me apeteceu dizer à rapariga que, se quisesse melhor, pois que fizesse. Mesmo assim, disse-o de forma um bocado indirecta e, vá lá, ela ofereceu-se para alterar a coisa. Situações como esta chateiam-me um bocado, porque gosto de fazer as coisas e não ter que pensar mais nelas. E até esta colega em particular anda a chatear-me um bocado; parece que, aquilo que faço, nunca está cem por cento bom, e, depois, parece que me encara como aquela que está sempre disponível para tudo. E isto para não falar do facto de me pedir coisas sem nunca dizer um se faz favor. Passo-me com isto; é como se me estivessem a dar ordens. Detesto.
Para além disto, tenho um trabalho ainda um bocado atrasado e um outro para o qual ainda ninguém fez nada. Já andei a procurar artigos científicos, mas quase que aposto que mais ninguém o fez. E parece que vou ter que ser eu a chegar-me à frente e a perguntar como é que vamos dividir esta porcaria, uma vez que ninguém o faz. Vivam os trabalhos de grupo... Se tudo isto fosse individual, já estaria bem avançado.
Hoje dei por mim a precisar de tirar uns dias para "morrer para a faculdade". Há tanto para fazer, mas o problema é que grande parte deste "tanto" tem que ser feito em grupo, o que só serve para dar chatices na maioria das vezes. Quem me dera esquecer tudo isto por um dia ou dois, e passar um dia ou dois fechada em casa e completamente desligada do mundo, a ver filmes ou a escrever enquanto chove lá fora, sempre com a minha caneca de chá ao meu lado.
Mas, bem, enquanto isso não é possível, cá estou eu a publicar outro post em que não digo nada de jeito. Apetece-me actualizar isto, mas não sei com o quê. Mentira; tenho diversas ideias. Mas, às vezes, começo a pensar em algo do género Será que vale a pena publicar isto?. Sim, a verdade é que a motivação para cá vir não tem sido muita ultimamente. O facto de algumas das minhas bloggers favoritas terem desaparecido do mapa, aliado às poucas visitas e aos poucos comentários que tenho recebido, não ajudam nada. Sei perfeitamente que um blog não vive de visitas nem de comentários, mas acho que me habituei a chegar ao e-mail e ver que recebi diversos comentários a uma só publicação. Habituei-me a ver as pessoas a reagir àquilo que escrevo, a chegar aqui e a ter tanta coisa para ler e para comentar, a abrir a página sabendo o que irei publicar naquele dia... Enfim, talvez, agora, só tenha que me habituar a ter pouco feedback. Mas lá está: ver que ninguém reage faz com que sinta que não valha a pena estar aqui a perder tempo com textos que não vão ser lidos.
Com isto, não quero dizer que vou também desaparecer do mapa. Apenas que não devo ser tão assídua como já fui. Pelo menos por enquanto.
23/09/2014
Do Outono
Em:
Blog(osfera),
Desabafos,
Porto
Tinha pensado em publicar, hoje, algo que nada tem a ver com a entrada na nova estação, mas, dada a quantidade de posts acerca do Outono que estão a invadir a minha lista de leitura, não quero deixar, também, de dar a minha opinião sobre ele. Isto porque toda a gente fala maravilhas sobre ele, e eu, como sou quase sempre do contra, sinto-me no direito de manchar a bonita imagem que toda a gente parece ter desta altura do ano.
O Outono é irritante. É solitário. As publicações que leio, nesta altura do Outono/Inverno, chegam a ser como que tóxicas, e é por causa desta toxicidade da blogosfera que eu, muitas vezes, fico sem a mínima vontade de cá pôr os pés. Sei perfeitamente que cada um escreve o que bem lhe apetece, mas quem escreve não tem noção do quanto as suas palavras são capazes de magoar seja quem for - nem eu própria tenho noção disso, é verdade. Magoar não me parece ser a palavra certa, mas...enfim, a ver se me faço entender - e que ninguém leve isto a peito; era o que mais faltava.
O Outono e o Inverno são épocas horríveis para mim devido à quantidade de obrigações e de responsabilidades que trazem consigo e à solidão e à tristeza inevitáveis que despertam em mim. Os meus dias resumem-se a ir às aulas, chegar a uma casa onde ninguém está à minha espera e onde se estão nas tintas para mim, estudar, fazer trabalhos ou qualquer outra coisa que seja necessária, ter frio, ficar toda encharcada por andar à chuva, morrer de saudades de casa à medida que o Natal se aproxima, falar com as pessoas que deixei para trás apenas através do telefone e ficar totalmente entregue a mim mesma. Já me habituei a isto - quer dizer, mais ou menos...no fundo, acho que nunca vou chegar a habituar-me completamente -, mas é irritante, por vezes, chegar à blogo e ler aqueles posts fofinhos e típicos do Outono/Inverno. As tardes no sofá a ver séries, os miminhos do namorado numa noite fria, as compras de Natal com a mãe, e tudo o mais que se possa imaginar. Chamem-lhe inveja, não quero saber. Só gostava de ter tudo isto também; ter todas estas coisas de volta. Mas, por enquanto, não posso. Estou por minha conta. E é por isso que não gosto desta altura do ano. Demasiado solitária - uma solidão que dói -, para além de tão trabalhosa, que chega a sufocar-me e a levar-me a extremos.
Salvam-se as roupas giras desta época, os chás e as duas/três horas antes de ir dormir em que posso, finalmente, recostar-me e perder-me no mundo das séries ou dos livros. Estas horinhas conseguem ser a melhor parte dos meus dias de Outono/Inverno, porque, de resto, é sempre a mesma rotina - sufocante, solitária, doentia. Que, infelizmente, só pode ser quebrada muito, muito esporadicamente.
É por isso que a minha estação favorita é o Verão, pois é com ele que tudo isto desaparece.
É por isso que a minha estação favorita é o Verão, pois é com ele que tudo isto desaparece.
02/08/2014
Facto #19
Em:
Blog(osfera),
Factos
Há bloggers cujas vidas parecem-me demasiado perfeitas ou demasiado dramáticas para serem reais.
Às vezes pergunto-me se tudo o que escrevem será, ou não, verdade.
10/04/2014
Uma pequena pausa
Em:
Blog(osfera),
Dia-a-dia
O blog vai andar parado nos próximos dias, porque vou aproveitar o tempo para outras coisas - vou tentar estudar alguma coisa, vou ver se avanço mais no meu manuscrito e vou (espero eu) passear muito. Nas férias, sou mesmo assim: desligo-me completamente das redes sociais. De qualquer forma, como disse no outro dia, vir aqui já deixou de ser a necessidade que era, e eu nem saberia o que escrever se quisesse actualizar isto entretanto. Depois da Páscoa, cá estarei de novo.
24/03/2014
Três anos (e um mês!) de blog
Em:
Blog(osfera)
Pois, este post devia ter sido escrito há um mês atrás. O terceiro aniversário do blog passou-me completamente ao lado, e só ontem é que me lembrei dele assim de repente, sem saber bem como. Nem sei a quantas ando; tenho andado com a sensação de que ainda é Fevereiro, ou assim, quando este mês tem passado a voar...
Bem, é isto. Já ando por aqui há três anos, e, se me mantive por cá este tempo todo, foi graças a quem por aqui passou, me deixou as suas palavras e me deu apoio, conforto e compreensão quando precisei. Obrigada por continuarem a acompanhar-me nesta "aventura", que não teria o mesmo sabor (nem teria durado todo este tempo) se não tivessem ficado desse lado.
03/02/2014
Da blogosfera
Em:
Blog(osfera),
Sobre mim
Considero que há coisas demasiado pessoas para serem publicadas num blog. Assuntos do tipo Dormi com o meu namorado, Um familiar meu morreu ou Descobri que tenho uma doença X são coisas que não consigo abordar, precisamente por só a mim dizerem respeito. Um blog é um lugar para desabafarmos e onde não devemos ter vergonha ou medo daquilo que escrevemos, mas há certas coisas que devem ficar guardadas apenas para nós.
24/01/2014
E tu, bloggas?
Em:
Blog(osfera),
Livros
O projecto Blogger é uma espécie de jornal blogosférico que nasceu da ideia do autor do blog Empty Promises. Confesso que fiquei lisonjeada - e surpreendida - por ter sido escolhida para fazer parte deste projecto, ainda para mais tendo em conta a minha função nele: dar sugestões de leitura - yay!, adoro falar sobre livros. Aceitei, com todo o gosto, fazer parte deste projecto, o qual considero bastante inovador e completamente diferente das habituais rubricas que estou acostumada a ver por aqui.
A "primeira edição" do jornal sairá amanhã no Empty Promises, e eu estou mesmo curiosa para ver como estará. Infelizmente, não tenho direito a um grande espaço no jornal, ou seja, tenho que escrever uma opinião curtinha sobre um livro, mas, sendo eu daquelas que se entusiasma quando escreve sobre um tema que lhe interessa, estará disponível aqui no blog a minha opinião completa dos livros que decidir sugerir em cada edição. Farei o meu melhor nesta rubrica, e espero cumprir o que me foi proposto: escrever boas reviews, que consigam ser minimamente cativantes.
A "primeira edição" do jornal sairá amanhã no Empty Promises, e eu estou mesmo curiosa para ver como estará. Infelizmente, não tenho direito a um grande espaço no jornal, ou seja, tenho que escrever uma opinião curtinha sobre um livro, mas, sendo eu daquelas que se entusiasma quando escreve sobre um tema que lhe interessa, estará disponível aqui no blog a minha opinião completa dos livros que decidir sugerir em cada edição. Farei o meu melhor nesta rubrica, e espero cumprir o que me foi proposto: escrever boas reviews, que consigam ser minimamente cativantes.
31/10/2013
200
Em:
Blog(osfera)
Há blogs que atingem os 100 seguidores em poucos meses, ou até em poucas semanas. No meu caso, foram precisos uns dois anos para alcançar tal número. Por isso mesmo, pensei que não seria nada fácil ter 200, embora isto não fosse um objectivo. Mas, afinal, não foram precisos mais dois anos. Os números foram aumentando assim de repente. E, assim de repente, já somos 200 por aqui. Se não me imaginava a ter 100 seguidores, então o que dizer de mais 100... Para muitos, este número pode não ser nada, mas, para mim, uma pessoa que até na internet passa despercebida, é muito. Sei que o número de seguidores não reflecte a qualidade de um blog, de modo algum, mas deixa-me feliz saber que todos estes bloggers encontraram aqui neste espacinho qualquer coisa que lhes permitisse identificar-se comigo. Obrigada por fazerem este espaço, que já faz parte de mim, crescer. Mas, principalmente, obrigada por passarem por aqui, e obrigada pelos muitos comentários queridos que já me deixaram. Espero que continuem a acompanhar-me. Isto não faria nenhum sentido se não fosse lido, se não fosse comentado, se não lesse uma palavra amiga da vossa parte, se não encontrasse pessoas com as quais tenha algo em comum...enfim, não faria nenhum sentido sem vocês.
PS: Quanto ao post de ontem, já me sinto melhor. Obrigada pelas palavras =)
22/07/2013
Facto #6
Em:
Blog(osfera),
Factos,
Sobre mim
Sou uma pior blogger durante as férias, uma vez que fico sem paciência para computadores.
Já em alturas de aulas, arranjo sempre tempo para vir aqui. Aliás, vir aqui torna-se numa escapatória e num meio de desanuviar dos assuntos académicos.
24/06/2013
Rumor blogosférico - parte 2
Em:
Blog(osfera)
Lembram-se daquela treta toda de o Google Friend Connect ir acabar - ou seja, o widget dos seguidores ir acabar, deixando de haver seguidores aqui no Blogger (não é o Blogger que vai acabar, pelo amor da santa, como já vi muita gente a dizer) - e de termos que aderir à porcaria do Bloglovin para nos continuarmos a seguir uns aos outros? Bem, boas notícias: é mentira!
Acontece que fui novamente pesquisar e encontrei bloggers que tinham enviado um e-mail à própria Google para esclarecer o assunto. E aquilo que disseram foi que o Friend Connect vai deixar de existir apenas para blogs que existam noutra plataforma que não o Blogger, como o Wordpress, por exemplo. Sendo assim, quem tem um blog na plataforma Blogger continuará a manter os seus seguidores e pode mandar o Bloglovin à fava!
14/06/2013
Histórias em blogs
Em:
Blog(osfera),
Escrita,
Sobre mim
Há bloggers que publicam histórias da sua autoria sem qualquer problema. E há bloggers que escrevem as suas histórias pela calada e não as conseguem partilhar. É o meu caso.
Não é por vergonha ou por medo daquilo que venham a dizer. Muito pelo contrário. Gosto que leiam o que escrevo e gosto de receber opiniões para saber o que posso melhorar. E sei que muitos de vocês dão as suas opiniões sem papas na língua, o que, para mim, seria bom. No entanto, há motivos que me levam a não publicar algo que me é tão querido numa coisa tão pública - e à qual podem chegar alguns haters - que é o meu blog.
E as razões são simples. Primeiro, por adorar escrever, escrevo coisas muito extensas. Capítulos que ocupam umas dez páginas em Word ou mais, muitas descrições, muitos diálogos, os momentos de acção detalhados para que se consiga perceber tudinho. Seriam não sei quantas publicações para cada capítulo, o que acabaria por nos chatear a todos: eu chateava-me porque não convinha escrever novos posts para ficarem à mistura com um capítulo inteiro, para que, quem lesse, não perdesse o fio à meada, e vocês chateavam-se por eu não publicar mais nada para além disso. Já vi histórias em alguns blogs em que cada capítulo é um post, mas isto não seria o meu caso. Aliás, eu já nem consigo escrever coisas curtas, e é por isso que desisto logo de concursos e coisas do género em que me dão um limite de páginas ou de palavras. Não gosto que me imponham limites; quero escrever livremente, sem ter que contar caracteres e cortar coisas, pois parece que tudo fará falta e que as coisas não ficarão como eram sem um certo parágrafo, por exemplo.
Porém, este não é o motivo mais importante. O que importa é que eu não confio na internet. Tenho imenso medo de que chegue aqui alguém e me roube a ideia principal de uma história, e tenho ainda mais medo de que me roubem as coisas literalmente, já que qualquer pessoa é capaz de fazer um copy-paste e ficar com tudo aquilo que não é seu na íntegra. Dou imenso valor às minhas ideias e àquilo que escrevo, pelo que não gostaria mesmo nada que me roubassem tudo. Nunca gostei que me copiassem, e, se eu um dia gostava que as minhas histórias virassem verdadeiros livros, então não as posso espalhar num lugar que qualquer pessoa é capaz de aceder. Sei perfeitamente que nem toda a gente faria isso, mas também tenho plena consciência de que existem muitas bitches e haters por aí. E, por isso, mais vale manter as coisas bem guardadas.
Lamento desiludir quem se mostrou interessado, mesmo sem saber do que se trataria - coisa que eu também não vou poder revelar por causa do que disse anteriormente. Claro que gostei deste interesse da vossa parte...mas não me iria sentir bem. Podia, por exemplo, criar um novo blog somente dedicado a isso e que estivesse apenas aberto a alguns de vocês, mas seria um assunto sobre o qual teria que pensar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






.jpg)

.jpg)









